GP do Canadá. Enfim uma corrida de verdade, marcada por várias ultrapassagens, resultados inesperados e bastante agito — só não precisava ter aquele acidente espetacular de Robert Kubica. Hora, portanto, da análise pós-GP.
- Lewis Hamilton foi impecável no fim de semana: conquistou a primeira pole-position e vitória. Mas o mais importante é que o inglês mostrou à McLaren ter totais condições de vencer o campeonato neste ano. Que não venham, então, pensar em privilégios a Fernando Alonso.
- Belíssima atuação de Nick Heidfeld e um merecido segundo lugar tanto para o piloto como para a BMW, que já vinham batendo na trave para participar da festa do champanhe. Faltava um tropeço de Ferrari ou McLaren para isso acontecer. E aconteceu.
- Muito bom ver a Williams novamente no pódio, após um jejum de dois anos sem terminar entre os três primeiros. Resta saber se a sorte de Alexander Wurz convencerá a equipe a mantê-lo no cockpit até o fim da temporada; os rumores não estão nada bons para o lado do austríaco.
- Heikki Kovalainen, mesmo recebendo meu agouro, acabou se dando bem. Chegou em quarto, seu melhor resultado na F-1. Ainda falta, porém, convencer de que pode alcançar boas posições em uma corrida sem tantos incidentes.
- Na Ferrari, decepção total e um fim de semana para ser esquecido: Felipe Massa foi desclassificado por sair dos boxes sem a permissão dos dirigentes de prova e Kimi Raikkonen, um zumbi apático na pista, amargou um modesto quinto lugar. Dizem que Lewis Hamilton parece ser um piloto de outro planeta, mas para mim o ET do momento é o finlandês, que terá de trabalhar como segundo piloto a partir das próximas provas; anotem isso!
- Quando se poderia imaginar uma Super Aguri ultrapassando carros da Ferrari e McLaren? Só Takuma Sato para fazer isso e garantir três honrados pontos pela sexta posição. A imagem foi vergonhosa; para Raikkonen e Fernando Alonso.
- Por falar no bicampeão, abusou nos erros e precisou se contentar com o sétimo posto. Pressão por não conseguir acompanhar o ritmo de Hamilton? Medo de ser derrotado pelo novato? Deve estar com saudades de Giancarlo Fisichella.
- Ralf Schumacher pontuou, foi o oitavo, mas pouco convenceu. Terá de melhorar muito nos EUA para a Toyota não meter o pé em seu traseiro antes do término do ano.
- Mark Webber e Nico Rosberg estiveram próximos do pódio, mas acabaram desiludidos por erros próprios. O australiano, em específico, foi um show à parte de barbeiragens.
- Rubens Barrichello foi outro que sentiu o cheirinho do champanhe e dos pontos por alguns instantes. No entanto, a Honda teve a capacidade de fazer uma estratégia doentia de pit-stop, arruinando as chances do brasileiro, que terminou em último. Sinceramente, é difícil saber o que se passa na cabeça dos comandantes da equipe japonesa.
- Esquisita a regra de abertura dos boxes durante a presença do Safety Car na pista. Pode-se entrar no pit para fazer a parada, mas não pode sair? Ah, é preciso aguardar o sinal verde... Azar de Massa e Fisichella. Não gostei.
- Fazia tempo que a FIA não decretava o “Stop & Go” como punição. Alonso e Rosberg tiveram de ficar dez segundos parados nos boxes e garantiram uma publicidade mundial e gratuita para este blog. Muito obrigado!
- Lewis Hamilton foi impecável no fim de semana: conquistou a primeira pole-position e vitória. Mas o mais importante é que o inglês mostrou à McLaren ter totais condições de vencer o campeonato neste ano. Que não venham, então, pensar em privilégios a Fernando Alonso.
- Belíssima atuação de Nick Heidfeld e um merecido segundo lugar tanto para o piloto como para a BMW, que já vinham batendo na trave para participar da festa do champanhe. Faltava um tropeço de Ferrari ou McLaren para isso acontecer. E aconteceu.
- Muito bom ver a Williams novamente no pódio, após um jejum de dois anos sem terminar entre os três primeiros. Resta saber se a sorte de Alexander Wurz convencerá a equipe a mantê-lo no cockpit até o fim da temporada; os rumores não estão nada bons para o lado do austríaco.
- Heikki Kovalainen, mesmo recebendo meu agouro, acabou se dando bem. Chegou em quarto, seu melhor resultado na F-1. Ainda falta, porém, convencer de que pode alcançar boas posições em uma corrida sem tantos incidentes.
- Na Ferrari, decepção total e um fim de semana para ser esquecido: Felipe Massa foi desclassificado por sair dos boxes sem a permissão dos dirigentes de prova e Kimi Raikkonen, um zumbi apático na pista, amargou um modesto quinto lugar. Dizem que Lewis Hamilton parece ser um piloto de outro planeta, mas para mim o ET do momento é o finlandês, que terá de trabalhar como segundo piloto a partir das próximas provas; anotem isso!
- Quando se poderia imaginar uma Super Aguri ultrapassando carros da Ferrari e McLaren? Só Takuma Sato para fazer isso e garantir três honrados pontos pela sexta posição. A imagem foi vergonhosa; para Raikkonen e Fernando Alonso.
- Por falar no bicampeão, abusou nos erros e precisou se contentar com o sétimo posto. Pressão por não conseguir acompanhar o ritmo de Hamilton? Medo de ser derrotado pelo novato? Deve estar com saudades de Giancarlo Fisichella.
- Ralf Schumacher pontuou, foi o oitavo, mas pouco convenceu. Terá de melhorar muito nos EUA para a Toyota não meter o pé em seu traseiro antes do término do ano.
- Mark Webber e Nico Rosberg estiveram próximos do pódio, mas acabaram desiludidos por erros próprios. O australiano, em específico, foi um show à parte de barbeiragens.
- Rubens Barrichello foi outro que sentiu o cheirinho do champanhe e dos pontos por alguns instantes. No entanto, a Honda teve a capacidade de fazer uma estratégia doentia de pit-stop, arruinando as chances do brasileiro, que terminou em último. Sinceramente, é difícil saber o que se passa na cabeça dos comandantes da equipe japonesa.
- Esquisita a regra de abertura dos boxes durante a presença do Safety Car na pista. Pode-se entrar no pit para fazer a parada, mas não pode sair? Ah, é preciso aguardar o sinal verde... Azar de Massa e Fisichella. Não gostei.
- Fazia tempo que a FIA não decretava o “Stop & Go” como punição. Alonso e Rosberg tiveram de ficar dez segundos parados nos boxes e garantiram uma publicidade mundial e gratuita para este blog. Muito obrigado!
Um comentário:
Não é a toa que quando trabalhei com vc já te achava um craque Leandro.
Tua análise foi perfeita!!!!
Parabéns!!!!
Um abraço
Sandro Varela
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