O GP do Canadá será apenas a sexta etapa de uma temporada composta de 17 corridas, mas possivelmente representará muitas definições importantes para o restante do Mundial; duas delas envolvendo as equipes que brigam pelo título deste ano.
Na McLaren, a tendência é que Fernando Alonso seja confirmado como o número 1 do time para a luta pela taça de campeão. Isso só não acontecerá no caso de Lewis Hamilton vencer a prova ou terminar em qualquer outra posição, mas à frente do espanhol. Um desfecho que seria muito bom para o campeonato, mais lenha na fogueira já acesa no esquadrão de Woking.
No box vizinho, a Ferrari também precisará ter uma prioridade para voltar a erguer o caneco. Em outras palavras, decidir se investe todas as fichas em Felipe Massa ou se ainda dá algum crédito a Kimi Raikkonen, que está dez pontos atrás do brasileiro na classificação.
Para o finlandês não amargar o papel de segundo piloto, terá de vencer. Nenhum outro resultado servirá, nem mesmo se for o segundo e Massa terceiro. Até porque se ambos chegarem em segundo e terceiro, e uma McLaren ganhar a corrida, isso implicará numa vantagem ainda maior para a escuderia inglesa no certame. Portanto, acabou o tempo de brincadeiras pelos lados de Maranello: ou Kimi vence ou trabalha para Felipe. Simples.
Outro piloto que correrá com a corda no pescoço no Canadá será Ralf Schumacher. Para evitar a extinção antecipada de seu famoso sobrenome na categoria, o alemão terá que deixar Montreal — para a sorte dele, um circuito onde costuma correr bem — com uma boa colocação e de preferência na zona de pontos. Uma missão ligeiramente complicada para quem pilota um carro Toyota. O time, até agora, conseguiu apenas cinco tentos, sendo quatro com Jarno Trulli e um com o tedesco.
Numa situação menos incômoda, porém muito inferior à vivida nos últimos anos, está a Renault. Depois do quarto lugar conquistado por Giancarlo Fisichella em Mônaco, o time parte para o continente norte-americano em busca da confirmação do avanço do modelo R27. Mais do que isso, a equipe tentará entrar na briga pela posição de terceira força do certame, ocupada no momento pela BMW. Sinceramente, acho difícil que consigam desbancar a escuderia bávara.
Já a Honda...Bem, se andar na frente da Super Aguri e Toro Rosso já será muito bom. Neste caso não há o que ser decidido, mas sim a ser feito: muito trabalho, dedicação e competência para construir um monoposto decente para 2008, pois este ano já foi perdido. Rubens Barrichello e Jenson Button que se virem para marcar algum pontinho.
Logo mais, falamos sobre os palpites para a corrida.
Na McLaren, a tendência é que Fernando Alonso seja confirmado como o número 1 do time para a luta pela taça de campeão. Isso só não acontecerá no caso de Lewis Hamilton vencer a prova ou terminar em qualquer outra posição, mas à frente do espanhol. Um desfecho que seria muito bom para o campeonato, mais lenha na fogueira já acesa no esquadrão de Woking.
No box vizinho, a Ferrari também precisará ter uma prioridade para voltar a erguer o caneco. Em outras palavras, decidir se investe todas as fichas em Felipe Massa ou se ainda dá algum crédito a Kimi Raikkonen, que está dez pontos atrás do brasileiro na classificação.
Para o finlandês não amargar o papel de segundo piloto, terá de vencer. Nenhum outro resultado servirá, nem mesmo se for o segundo e Massa terceiro. Até porque se ambos chegarem em segundo e terceiro, e uma McLaren ganhar a corrida, isso implicará numa vantagem ainda maior para a escuderia inglesa no certame. Portanto, acabou o tempo de brincadeiras pelos lados de Maranello: ou Kimi vence ou trabalha para Felipe. Simples.
Outro piloto que correrá com a corda no pescoço no Canadá será Ralf Schumacher. Para evitar a extinção antecipada de seu famoso sobrenome na categoria, o alemão terá que deixar Montreal — para a sorte dele, um circuito onde costuma correr bem — com uma boa colocação e de preferência na zona de pontos. Uma missão ligeiramente complicada para quem pilota um carro Toyota. O time, até agora, conseguiu apenas cinco tentos, sendo quatro com Jarno Trulli e um com o tedesco.
Numa situação menos incômoda, porém muito inferior à vivida nos últimos anos, está a Renault. Depois do quarto lugar conquistado por Giancarlo Fisichella em Mônaco, o time parte para o continente norte-americano em busca da confirmação do avanço do modelo R27. Mais do que isso, a equipe tentará entrar na briga pela posição de terceira força do certame, ocupada no momento pela BMW. Sinceramente, acho difícil que consigam desbancar a escuderia bávara.
Já a Honda...Bem, se andar na frente da Super Aguri e Toro Rosso já será muito bom. Neste caso não há o que ser decidido, mas sim a ser feito: muito trabalho, dedicação e competência para construir um monoposto decente para 2008, pois este ano já foi perdido. Rubens Barrichello e Jenson Button que se virem para marcar algum pontinho.
Logo mais, falamos sobre os palpites para a corrida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário