
No ano passado, Sakon entrou no lugar de Montagny, na Super Aguri
Ele voltou. Naturalmente não colocarei uma exclamação nesta frase porque não estamos falando de Jacques Villeneuve, Mika Hakkinen e muito menos Michael Schumacher, mas sim de um piloto da terra do sol-nascente que já passou pela F-1 em 2006. Senhoras e senhores, Sakon Yamamoto será o titular da Spyker até o final da temporada.
O que isso significa? Que o pobre Markus Winkelhock, aquele que encantou multidões ao liderar o GP da Europa por alguns momentos, ainda que dirigindo o pior carro da categoria, volta a exercer a função de piloto de testes, ao lado de mais trinta ou trinta e cinco pilotos (claro, isso foi um exagero).
Em termos de melhoria técnica, acho que muda muito pouca coisa. Sakon não é melhor do que Adrian Sutil, mas parece ser um pouco superior em relação a Christijan Albers, o que não quer dizer praticamente nada.
De qualquer forma, para que vocês não digam que estou pegando pesado com o nipônico, deixo registrado também um destaque positivo. Na última prova de 2006, o GP do Brasil, Yamamoto, guiando o carro dois da Super Aguri, empolgou torcedores e jornalistas ao marcar a sétima volta mais rápida da corrida, ficando à frente, por exemplo, dos tempos das duas BMW e da McLaren de Pedro de la Rosa.
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