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terça-feira, 3 de junho de 2008

Uma orgia e nada mais

Em votação secreta realizada na manhã desta terça-feira, em Paris, Max Mosley recebeu um voto de confiança por parte da Assembléia Geral da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) para permanecer no comando da entidade, independente dos reflexos causados pelo escândalo da orgia sadomasoquista com prostitutas em que o dirigente se envolveu.

Dos 177 votos, 103 foram favoráveis ao velho “Max”, que deve agora cumprir seu mandato de presidente até o fim de 2009. E como tudo acaba sendo esquecido neste mundo — pensam que é só no Brasil? —, não estranhem se o poderoso britânico tentar se reeleger no próximo ano.

O que Mosley não pode mais é ser flagrado em suas festinhas particulares. Longe da mídia e entre quatro paredes, que ele faça o que bem entender.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Persona non grata

Mesmo sabendo que ninguém quer ser visto ao seu lado, Max Mosley, o todo poderoso da FIA que foi flagrado pelo tablóide britânico “News of The World” em uma orgia sadomasoquista com prostitutas, resolveu dar as caras em Monte Carlo nesta quinta-feira.

Com direito a sorrisos forçados, como quem quisesse mostrar que nada de grave abalou a sua imagem, o presidente da entidade suprema do automobilismo só faltou passear pelo Principado cantando um dos sucessos de Roberto Carlos:

“Eu voltei agora pra ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei
Eu voltei...”


Ao contrário da letra de “O Portão”, Mosley ainda não sabe se voltou para ficar. Uma votação secreta na próxima reunião da Assembléia Geral da FIA, agendada para 3 de junho, é que decidirá se ele deve ou não continuar no posto de presidente. E as chances do velho Max sair cantarolando a canção do rei após essa data são bem remotas.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Não é mentira...

- A notícia apresentada por um tablóide britânico sobre o escândalo sexual envolvendo o presidente da Federação Internacional de Automobilismo. Por meio de uma carta divulgada ontem à imprensa, Max Mosley abriu o jogo, pediu desculpas, disse que não se tratou de uma fantasia nazista, reclamou da invasão de privacidade, mas não conseguiu livrar a imagem negativa gerada pela denúncia do periódico.

- Que os pneus terão um papel importantíssimo na etapa do Bahrein neste fim de semana, em função das altas temperaturas e também da sujeira, ou melhor, areia, do deserto que acaba afetando o circuito.

- Que a Ferrari é, a princípio, a grande favorita à vitória no traçado barenita. Entre as razões, pelo bom retrospecto do time nesta prova — venceu duas das quatro edições e marcou três pole-positions — e também por ter treinado na pista de Sakhir durante a pré-temporada.

- Que Felipe Massa terá de pontuar neste fim de semana. De preferência, vencendo a corrida para manter viva a esperança de brigar pelo título.

- Que a Toyota poderá novamente surpreender a todos com um bom resultado, afinal, foi a única equipe, ao lado da Ferrari, a treinar no Bahrein no início do ano.

- Que Fernando Alonso é o piloto que mais pontuou no GP do deserto, mas dificilmente conseguirá muitos tentos neste ano, por conta do fraco carro da Renault.

E não é mentira também a nossa torcida para que a prova seja muito mais empolgante que a da Malásia.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Se for verdade, esse “tapa” vai doer

Na semana do GP do Bahrein, o grande assunto discutido pela Fórmula 1 é o escândalo sexual envolvendo o presidente da FIA, Max Mosley, que teria sido flagrado pelo tablóide britânico “News of the World” em uma casa de tolerância com cinco prostitutas, realizando uma orgia sadomasoquista com “temática” nazista.

As predileções, taras e desejos do dirigente pouco importam para o mundo. Ou pelo menos deveria ser assim, já que cada um faz o que bem entender entre quatro paredes. Desde que as ações fiquem realmente entre quatro paredes e não virem manchete de um periódico sensacionalista.

Desde que também não se trate de um homem público, detentor de um enorme poder sobre alguma esfera política; no caso a entidade suprema do automobilismo. Aí mora o problema. E se for constatada a veracidade da notícia do jornal inglês, Max estará mesmo encrencado.