Passada a metade da temporada, muitas coisas já ficaram claras. Os quatro pilotos que brigarão pelo título, as equipes estão numa boa fase, as grandes decepções da temporada. Mas será que o termo "decepção" é correto aqui? Se pensarmos num dos casos, o de Alexander Wurz, é possível, já que possui um histórico considerável como piloto de testes em equipes boas, como a McLaren. No outro, o de Christijan Albers, nem tanto.
De qualquer forma, as cabeças de ambos estão à prêmio. Albers, terceiro ano na categoria e, por isso, com certa experiência, está tomando uma sova do novato (e rápido) Adrian Sutil, em que pese os erros do alemão, relativamente normais para quem está no começo da carreira.
Curiosamente Wurz está à frente do companheiro Nico Rosberg na tabela de classificação, com 8 pontos a 5. Isso mostra que os números mentem. É uma covardia comparar o desempenho dos pilotos da Williams em 2007, em todos os aspectos, exceto no número de pontos. A explicação da vantagem do austríaco reside no pódio conquistado naquele estranhíssimo GP do Canadá. Uma exceção.
De qualquer forma, as cabeças de ambos estão à prêmio. Albers, terceiro ano na categoria e, por isso, com certa experiência, está tomando uma sova do novato (e rápido) Adrian Sutil, em que pese os erros do alemão, relativamente normais para quem está no começo da carreira.
Curiosamente Wurz está à frente do companheiro Nico Rosberg na tabela de classificação, com 8 pontos a 5. Isso mostra que os números mentem. É uma covardia comparar o desempenho dos pilotos da Williams em 2007, em todos os aspectos, exceto no número de pontos. A explicação da vantagem do austríaco reside no pódio conquistado naquele estranhíssimo GP do Canadá. Uma exceção.

Oito anos depois da Minardi, Gené pode ser titular na Spyker
A verdade é que tanto Albers quanto Wurz correm sérios riscos de substituição já no GP da Alemanha, marcado para 29 de julho. Na Spyker, o favorito parece ser Marc Gené, infindável test-driver da Ferrari, no que me pareceria um acordo de conveniência (lembremos que a Ferrari fornece seus motores para a equipe holandesa). Especula-se ainda que o abastado Narain Karthikeyan, que pilotou para a antecessora Jordan, tenha chances.

Vinculado à Renault, Nelsinho ganharia experiência
Na Williams, quem assumiria a vaga é Nelsinho Piquet. Via Flávio Briatore, dando uma graninha para a equipe de Frank. Dessa forma, voltaríamos a ver uma disputa que aconteceu em 2004, para a condição de terceiro piloto da própria Williams, e em 2005, na GP2, entre os filhos de dois grandes ex-campeões mundiais. Será interessante.
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