Mostrando postagens com marcador Nelson ângelo Piquet. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nelson ângelo Piquet. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Reencontro histórico

Apesar de toda atenção da mídia à estréia de Bruno em um carro de Fórmula 1, nesta semana, muitos deixaram de lado o importante reencontro nas pistas entre Piquet e Senna. Filho e sobrinho, respectivamente, de dois grandes nomes da história do automobilismo.

A última vez em que os tricampeões estiveram em um mesmo circuito correndo de Fórmula 1 foi no GP da Austrália de 1991, prova vencida por Ayrton e marcada também pela despedida de Nelsão da categoria máxima do esporte a motor.

Muito em breve os dois sobrenomes estarão mais uma vez alinhados nos grids da competição. Tomara que, como antigamente, brigando pelos primeiros lugares e títulos. Seria o sonho dos Sennistas e Piquetistas, além de uma curiosa seqüência desta clássica rivalidade.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Apoio e incentivo necessários

A Renault finalmente agiu com inteligência em relação a Nelson Piquet. Após criticá-lo em demasia, a equipe francesa resolveu demonstrar publicamente o seu apoio ao piloto, coisa que ele mais precisa neste momento para recuperar a confiança abalada e conseguir um bom resultado na Fórmula 1.

Resta agora torcer para que o novato acerte a mão no volante e seja um dos destaques do GP do Canadá, na próxima semana. Uma boa fonte de incentivo e inspiração pode vir do retrospecto de seu pai, Nelsão.

O tricampeão venceu três vezes no circuito da Ilha de Notre Dame (1982, 1983 e 1991), sendo até hoje o segundo maior vencedor desta etapa, atrás apenas de Michael Schumacher, que triunfou em sete ocasiões.

Nelsão também fez três poles em Montreal: 1980, 1981 e 1984. No total, contabilizou cinco pódios e 46 pontos, o que o deixa na segunda posição no ranking dos maiores pontuadores. Perde somente para Schumacher (106).

Outro foco de motivação para Nelsinho pode estar em Heikki Kovalainen, finlandês que no ano passado passou por situação de cobrança e crítica semelhante à vivida pelo brasileiro, mas se deu bem no GP canadense. Largou em último e chegou em quarto.

Que seja agora a vez de Piquet!

terça-feira, 4 de março de 2008

Estreantes: Quem será o destaque do ano?

Embora já tenham participado de pelo menos uma corrida de Fórmula 1, Kazuki Nakajima e Timo Glock farão em 2008 a primeira temporada completa de suas carreiras. Sendo assim, podemos dizer que estão no grupo dos estreantes, ao lado de Nelson Ângelo Piquet e Sébastien Bourdais.

O quarteto de novatos dificilmente conseguirá repetir a façanha de Lewis Hamilton no ano de estréia na categoria. No entanto, cada um carrega boas esperanças de sucesso para suas nações.

No caso do brasileiro, trata-se do filho de um tricampeão mundial que, independentemente do sobrenome de peso, construiu um currículo vitorioso nas escolas de base, com direito ao papel de grande adversário de Hamilton na GP2. A princípio, pouco importa se irá trabalhar em função de Fernando Alonso na Renault. O que a torcida tupiniquim deseja é vê-lo constantemente colado na caixa de câmbio do espanhol. E se por acaso bater o bicampeão? Melhor ainda!

Pelos lados da Williams, o japonês Kazuki tenta mostrar que a família Nakajima também gera bons frutos. Com um carro eficiente, tem ainda a oportunidade de somar importantes pontos e quem sabe andar na frente do veloz companheiro de equipe, Nico Rosberg.

Na Toyota, Timo Glock é um alemão em busca de maior destaque na competição. Bom piloto, fez por merecer um cockpit ao conquistar o título da GP2 em 2007. Cabe a ele, agora, lutar para permanecer na categoria, o que em outras palavras significa derrotar Jarno Trulli e andar no limite com o carro da montadora nipônica.

A França, por sua vez, volta a alinhar no grid para um campeonato completo após quatro anos de jejum. E para a alegria do país, o novo representante demonstra ter um forte potencial, além de quatro títulos conquistados na Champ Car. Bourdais, contudo, dividirá as atenções da Toro Rosso com o talentoso Sebastian Vettel, a quem muitos já chamam de o novo Schumacher. Vencê-lo então será mais que um desafio, praticamente uma vitória.

Qual dos quatro estreantes se destacará mais ao longo do torneio? A princípio, considerando todos os contextos, Nakajima pode ser apontado como o favorito a somar o maior número de pontos, graças ao belo monoposto projetado pela Williams. O mesmo vale para o quesito proximidade em relação ao companheiro de equipe, embora neste item Bourdais também tenha causado boas impressões nos testes de inverno.

Em um possível ranking de desempenho dos novatos, apostaria no seguinte resultado: Bourdais > Nakajima > Piquet > Glock. E você, o que acha?

segunda-feira, 3 de março de 2008

Ciclo de carreira

Quando estamos começando a estudar os seres vivos, no início do primário, aprendemos que todos os animais - e também o homem - nascem, crescem, desenvolvem-se e morrem. Já adultos, nem paramos para pensar nisso, de tão óbvia que essa verdade se torna.

Mas vale a pena resgatar esse ciclo, ou parte dele, e modificá-lo em alguns aspectos para exemplificar aquilo que deverá ser a participação dos pilotos brasileiros na temporada de 2008 da Fórmula 1.

Começando por Nelsinho Piquet, aquele que viverá um ano de aprendizado, ou seja, "crescimento". Campeão de 2004 da F-3 Inglesa, o filho do tricampeão mundial Nelson Piquet passou dois anos na GP2 antes de ser oficializado como piloto de testes da Renault. No final de 2007, o jovem foi confirmado como companheiro de Fernando Alonso para a próxima temporada, também na equipe francesa.

Não podemos esperar que Piquet tenha um campeonato de estréia assim como Lewis Hamilton no ano passado, isto é, brigando com Alonso milésimo a milésimo na pista e criando inimigos dentro da própria equipe fora dela (lembremos que Flavio Briatore não é Ron Dennis). Seria prematuro cobrar tal desempenho de Nelsinho tão cedo, por mais que se tenha um alto nível de expectativa sobre o seu futuro na F-1.

Aprender com a experiência do espanhol, tentar andar próximo a ele durante o ano e não cometer muitas bobagens é o grande desafio do garoto de 22 anos nesse início de carreira. Pontos, quando vierem, serão lucro.

Num momento completamente diferente da carreira estará Felipe Massa. Aquilo que caracterizaríamos como "desenvolvimento" na cadeia de vida, no caso do ferrarista, será a fase afirmação dentro da própria equipe como nome forte e capaz para ser campeão.

Não há como negar que Massa foi quem se deu pior com o título de Kimi Raikkonen em 2007. Apesar do discurso pró-equipe, Felipe sabe que o finlandês ganhou ainda mais pontos com a cúpula de Maranello, enquanto ele próprio teve que, até mesmo, aturar boatos que apontavam para a sua saída da Ferrari.

Que Felipe Massa é rápido, ninguém duvida. Talvez o mais arrojado de todos os 22 pilotos da categoria. O grande problema que cerca o brasileiro se chama inconstância, termo que precisará ser vetado do vocabulário e do desempenho do piloto de 26 anos em 2008.

Por fim, o experientíssimo Rubens Barrichello, inegavelmente perto da aposentadoria - algo como a "morte" no nosso já mencionado ciclo. Um homem cuja carreira poderia ter sido muito mais vitoriosa não fossem as inúmeras pressões e críticas que sempre recebeu, de todos os lados.

O ano de 2007 foi o pior da carreira de Rubinho, não trouxe nenhum ponto sequer para a conta de piloto de 35 anos de idade e 15 de carreira na F-1. As perspectivas para esta temporada, infelizmente, também são bastante desanimadoras, já que a Honda esteve sempre na rabeira das tabelas de classificação durante a pré-temporada.

Eterno "número 2 de Schumacher", Rubens deverá ter a cabeça fria e trabalhar duro para tentar obter melhorias para o seu novo carro. Só assim para pensar em conseguir algum resultado positivo em 2008.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Renault: Trabalhando para voltar ao topo

Certamente, se questionarem a Renault sobre o que ela guarda como boa lembrança da última temporada da Fórmula 1, a resposta será curta e direta: a recontratação de Fernando Alonso.

É no piloto das Astúrias, o principal responsável pelos recentes anos de glória da marca francesa na categoria, que estão depositadas todas as fichas do grupo para recuperar o status de time de ponta e apagar de uma vez por todas a tenebrosa campanha de 2007.

Representada por Giancarlo Fisichella e Heikki Kovalainen no certame passado, a equipe de Flavio Briatore somou apenas 51 pontos em 17 corridas, quatro vezes menos do que o acumulado em 2006, quando foi campeã do mundial de construtores com 206 tentos.

Comparar a quantidade de pódios conquistados nos dois anos anteriores também é outro exercício de entristecer os franceses. Foram 19 em 2006 contra somente um de 2007, obtido no dilúvio do GP da China com o finlandês Kovalainen.

O único número que interessa para a Renault, no entanto, é 2008. Entusiasmada com a volta do ídolo espanhol e determinada a reviver a fase de sucesso na F-1, a escuderia ainda conta com um reforço brasileiro no segundo cockpit, Nelson Ângelo Piquet, que aparenta ter muito mais do que um sobrenome de talento.

Para enfrentar as adversárias, a equipe projetou o R28, um passo na direção correta, de acordo com os dirigentes. O modelo não chega a ser uma revolução, mas traz características bem distintas de seu antecessor.

A parte dianteira foi uma das mais trabalhadas, na busca de uma maior eficiência aerodinâmica. O bico é bastante baixo e traz uma haste inferior (parecida com um degrau) semelhante à utilizada por Ferrari e Sauber na temporada de 2005.

A asa frontal também traz a famosa ponte, adotada pela McLaren no ano passado e copiada por várias rivais. A redistribuição de peso do monoposto e o alongamento da caixa de marchas, para aumentar a distância entre eixos, foram outras mudanças citadas pelo time.

Comenta-se nos bastidores que uma nova asa traseira, em formato de W, será estreada às vésperas do GP da Austrália. Tudo para fazer o carro brigar pelas primeiras posições, algo que para Alonso ainda vai exigir muito trabalho.

Na opinião do espanhol, é preciso buscar uma diferença de um segundo em relação às equipes de ponta. Só resta saber se a Renault vai conseguir isso. E quando.

5) Fernando Alonso (Espanha)
26 anos
105 GP’s Disputados
17 Pole-Positions
19 vitórias
49 Pódios
11 Melhores Voltas
490 Pontos
2 Títulos (2005 e 2006)
Estréia em 2001 (GP da Austrália)

Como muitos pilotos que sonham em correr na Fórmula 1, Alonso sempre desejou defender as cores da McLaren. A experiência do asturiano, porém, não foi das mais felizes. Criou uma feroz inimizade com o chefe Ron Dennis e se frustrou ao pensar que teria um grupo totalmente voltado para si.

Apesar das quatro vitórias com o esquadrão prateado e de ter ficado a somente um ponto do novo campeão, Fernando optou em retornar para a família que sempre o idolatrou, sem antes assegurar que teria tratamento de um legítimo bicampeão e mais completo corredor da atualidade.

Na Renault, Alonso terá a missão de devolver ao carro os 0s7 que levou para a McLaren, como várias pessoas disseram no ano passado. De sua capacidade e determinação ninguém duvida, a ponto de não ser nenhuma surpresa se o time francês brigar pelo título logo de cara.

6) Nelson Ângelo Piquet (Brasil)
22 anos
Estreante

O que esperar da estréia de um rapaz que fez Lewis Hamilton suar na conquista do título da GP2, em 2006? Na menos do que uma jornada triunfal semelhante a da estrela inglesa.

Mas todos sabem, inclusive Piquet, que o início de sua trajetória na F-1 não deve ser comparada a do atual vice-campeão. Os contextos são bem distintos, e o foco do brasileiro é aprender, aprender e aprender, aproveitando ao máximo a presença de um bicampeão no time.

Somar pontos, brigar pelo primeiro pódio e tentar acompanhar o ritmo de Alonso são as principais metas. O que vier além disso será um excelente lucro.

TD) Lucas Di Grassi (Brasil, 23 anos)

Uma grata surpresa a aparição deste paulistano como novo piloto reserva da Renault. Dono de vários títulos no kart, ex-integrante do banco de talentos da própria equipe francesa e com uma bela bagagem de corridas na Europa, o vice-campeão da GP2 tem uma ótima oportunidade de completar seus esforços na luta por uma vaga de titular.

Di Grassi deve ter presença constante nos testes e nas corridas, como foi Nelsinho em 2007. Com os predicados que o tornaram vencedor no automobilismo, tem tudo para conseguir uma chance de estrear no ano que vem.

TD) Romain Grosjean (França, 21 anos)

Um nome esquisito, mas que deve ser guardado. O jovem francês é visto com ótimos olhos pela Renault, que um dia sonha em ter um astro de seu país no comando de um dos cockpits.

Velocidade e arrojo são qualidades acentuadas em Grosjean, campeão da F-3 Européia no ano passado e candidato ao título da GP2 em 2008. Prova de seu talento foi vista na primeira etapa da versão asiática da categoria escola, em Dubai, onde impressionou ao vencer as duas baterias.

TD) Sakon Yamamoto (Japão, 25 anos)

Com direito a elogios de Flavio Briatore, o japonês chega ao time para ser o terceiro piloto de testes. Na prática, o ex-competidor de Super Aguri e Spyker tende a exercer os trabalhos promocionais da Renault, que lançou neste ano o “Roadshow”, um evento de demonstração do carro por ruas de grandes cidades do mundo. Para quem estava desempregado, um ótimo negócio.

Ficha Técnica da Equipe

Primeiro GP: 1977 (Inglaterra)
GP’s Disputados: 227
Vitórias: 33
Poles: 50
Pontos: 976
Melhores Voltas: 27
Títulos de Pilotos: 2
Títulos de Construtores: 2

Cúpula
Chefe de equipe: Flavio Briatore
Projetista chefe: Tim Densham
Diretor técnico: Bob Bell
Chefe de aerodinâmica: Dino Toso
Diretor de motores: Rob White
Engenheiro de corrida (Alonso): David Greenwood
Engenheiro de corrida (Piquet): Adam Carter

Patrocinadores Principais: ING, ELF, Chronotech, Pepe Jeans, Universia e Sanho Human Service.

Grau de Força: Luta por algumas vitórias.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Muita especulação na Dança das Cadeiras


Rosberg, uma das peças-chave do quebra-cabeças



Poucas são as certezas no que diz respeito às duplas titulares para a temporada 2008 de Fórmula 1. Especulações, pelo contrário, abundam nesse final de campeonato. Vamos elencar as fofocas mais faladas nas últimas semanas:

1) Fernando Alonso deixa a McLaren e volta à Renault, tomando o lugar de Giancarlo Fisichella; o espanhol teria Heikki Kovalainen como parceiro, enquanto o atual piloto de testes Nelsinho Piquet ganharia a vaga de titular da Williams.

Opinião: Relevante. Ninguém deixou de notar as visitas que Flávio Briatore fez ao motorhome da McLaren ultimamente, e, vamos dizer claramente, ninguém é bobo de achar que era uma simples tentativa de confraternização por parte do dirigente da equipe francesa. Se Alonso deixar mesmo o time de Ron Dennis, a Renault deverá mesmo ser o seu destino.

2) Fernando Alonso deixa a McLaren e acerta transferência milionária para a Ferrari; Massa é "emprestado" à Toyota, onde seria primeiro piloto.

Opinião: Improvável. É bem possível que a Toyota tenha em Felipe um de seus preferidos para substituir o semi-aposentado Ralf Schumacher, a equipe tem um histórico de dar chances a pilotos brasileiros. Acreditar que Massa aceitaria trocar o certo pelo duvidoso e, substancialmente, que Todt acolheria Alonso na Ferrari de braços abertos, no entanto, parece ser algo distante de acontecer.

3) Nico Rosberg deixa a Williams e vai para a McLaren, substituir Fernando Alonso.

Opinião: Possível. Mais do que uma possibilidade concreta, trata-se de uma possibilidade interessantíssima. Seria o casamento perfeito: McLaren (inglesa), com motor Mercedes (alemão) e dupla de pilotos formada por Lewis Hamilton (inglês) e Nico Rosberg (alemão). Dois jovens, campeões da GP2, cheios de gás e vontade de mostrar serviço.

4) Nico Rosberg deixa a Williams e vai para a Toyota, substituir Ralf Schumacher.

Opinião: Possível. Troca de pilotos alemães, mas que faria a Toyota sair num imenso lucro: tiraria o desmotivado e defasado Ralf e lançaria um dos melhores da temporada 2007, o jovem Nico.

5) Demitido da Toro Rosso, Liuzzi toma o lugar de Wurz na Williams.

Opinião: Relevante. Apesar de nunca ter chegado a lugar algum na Toro Rosso, Liuzzi não merece ser menosprezado. O último campeão da F-3000 foi mais rápido que Scott Speed nos últimos dois anos e não se intimidou depois do anúncio de sua demissão, da contratação de Sebastien Bourdais e a chegada de Sebastian Vettel. Seria o clássico caso do "caiu pra cima", deixando uma equipe pequena para se integrar a uma média.

Esses são apenas alguns dos boatos do mundo da F-1. Resta saber quantos deles vão se confirmar.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Dança das cadeiras vai começar

Passada a metade da temporada, muitas coisas já ficaram claras. Os quatro pilotos que brigarão pelo título, as equipes estão numa boa fase, as grandes decepções da temporada. Mas será que o termo "decepção" é correto aqui? Se pensarmos num dos casos, o de Alexander Wurz, é possível, já que possui um histórico considerável como piloto de testes em equipes boas, como a McLaren. No outro, o de Christijan Albers, nem tanto.

De qualquer forma, as cabeças de ambos estão à prêmio. Albers, terceiro ano na categoria e, por isso, com certa experiência, está tomando uma sova do novato (e rápido) Adrian Sutil, em que pese os erros do alemão, relativamente normais para quem está no começo da carreira.

Curiosamente Wurz está à frente do companheiro Nico Rosberg na tabela de classificação, com 8 pontos a 5. Isso mostra que os números mentem. É uma covardia comparar o desempenho dos pilotos da Williams em 2007, em todos os aspectos, exceto no número de pontos. A explicação da vantagem do austríaco reside no pódio conquistado naquele estranhíssimo GP do Canadá. Uma exceção.


Oito anos depois da Minardi, Gené pode ser titular na Spyker

A verdade é que tanto Albers quanto Wurz correm sérios riscos de substituição já no GP da Alemanha, marcado para 29 de julho. Na Spyker, o favorito parece ser Marc Gené, infindável test-driver da Ferrari, no que me pareceria um acordo de conveniência (lembremos que a Ferrari fornece seus motores para a equipe holandesa). Especula-se ainda que o abastado Narain Karthikeyan, que pilotou para a antecessora Jordan, tenha chances.



Vinculado à Renault, Nelsinho ganharia experiência

Na Williams, quem assumiria a vaga é Nelsinho Piquet. Via Flávio Briatore, dando uma graninha para a equipe de Frank. Dessa forma, voltaríamos a ver uma disputa que aconteceu em 2004, para a condição de terceiro piloto da própria Williams, e em 2005, na GP2, entre os filhos de dois grandes ex-campeões mundiais. Será interessante.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Estréia de Piquet pode mesmo ser antecipada

Como era previsto desde o período de pré-temporada, o nome de Nelsinho Piquet começa a ganhar mais e mais destaque na pista dos rumores que apontam para uma possível estréia do brasileiro como piloto titular ainda neste ano.

A única alteração nos prognósticos está no nome da provável peça descartada pela Renault: Heikki Kovalainen ao invés de Giancarlo Fisichella. O italiano está longe de ter um desempenho fenomenal no time francês, porém, tem sido consistente nas etapas.

Já o finlandês, mesmo tendo chegado em quarto lugar na corrida do Canadá, não correspondeu ao que dele se esperava. Aquele sujeito que andava muitas vezes até mais rápido do que Fernando Alonso nos testes mostrou-se muito fraco na hora do vamos ver. O bem da verdade é que ninguém viu nada até agora.

Por isso, Flavio Briatore já estaria mexendo alguns pauzinhos para antecipar o retorno do sobrenome Piquet ao circo da Fórmula 1. Dizem pelo paddock que a Renault está negociando com a Williams uma vaga para Kovalainen. Quem dançaria nesta história seria Alexander Wurz, o terceiro colocado na corrida do último fim de semana.

Em termos de capacidade como piloto, é muito mais negócio para o time de sir Frank ter o finlandês do que o austríaco. Mas não se pode esquecer que a Williams sobrevive recentemente com um orçamento limitado e só contratou Wurz pelos patrocínios que levou consigo. Briatore, portanto, precisará pagar uma boa quantia para ter um cockpit para Heikki.

Enquanto isso, Piquet Jr. vai caindo na graça da categoria e de nomes importantes que vão demonstrando apoio ao jovem brazuca. Foi o caso hoje de Emerson Fittipaldi. “Na minha opinião, ele está pronto, muito bem preparado e tem o talento necessário para correr. Quando ele sentar no cockpit, vai provar tudo isso”, afirmou o bicampeão de 60 anos à imprensa internacional.

O Nelsinho está chegando, gente!

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Mui amigo mesmo...

Ambos foram vice-campeões na GP2 e contratados pela Renault como apostas de futuro promissor. Um é titular da equipe francesa na temporada atual; o outro é tido como peça garantida no time para o campeonato de 2008. Um está decepcionando nas pistas; o outro está na condição de reserva e apenas esperando um sinal verde para assumir o cockpit da escuderia campeã — quem sabe — ainda nesta temporada.

Heikki Kovalainen é o “um”, Nelson Ângelo Piquet o “outro”. E o “um” revelou nesta semana não gostar do “outro”, sem explicar os motivos para tal. A declaração foi feita durante uma entrevista do finlandês à emissora inglesa “ITV”, após ser questionado sobre qual piloto preferia: Nigel Mansell ou Nelson Piquet “pai”.

“Para ser honesto, não os conheço muito bem, porque eu era uma criança quando eles corriam. Mas por eu não gostar do Piquet Jr., talvez escolha o Mansell”, afirmou o nórdico de 25 anos, que ao contrário do que se imaginava, não vem apresentando resultados satisfatórios para quem era cotado como uma grande promessa da Fórmula 1.

Curiosa esta postura de Kovalainen. Imagine então o que ele pensaria de Piquet caso fosse dispensado pela Renault neste ano, dando assim espaço para a estréia antecipada de Nelson na categoria... O mais provável, no entanto, é que ambos sejam companheiros de equipe no ano que vem. Então imaginem as proporções que esta guerra pessoal pode tomar.

Ah, apenas um adendo: Giancarlo Fisichella também não vai com a cara do brasileiro. O time, ao contrário dos pilotos, adora Piquet. Isso basta, portanto. No mais, Nelsinho, é tapar os ouvidos e acelerar forte na pista.