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sexta-feira, 23 de maio de 2008

Senna vence em Mônaco

De volta ao blog após comemorar o aniversário de 24 aninhos na praia, não poderia deixar de comentar e homenagear a família Senna pela mais recente conquista: a vitória de Bruno em Mônaco, pela GP2.

A conquista de um novo Senna nas ruas do Principado após exatos 15 anos da sexta e última consagração de Ayrton em Monte Carlo, a bordo do modelo MP4/8 da McLaren.

Um êxito que certamente fez os fãs voltarem no tempo, sentir saudade e também torcer para que tenhamos em breve mais um Senna vencedor na Fórmula 1, capaz de brigar por vitórias e títulos.

Seria sensacional. Como já foi hoje com a chance que tivemos de encher o peito e dizer sem medo: Senna volta a vencer em Mônaco!

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Fim da linha

Grande Prêmio da França da Fórmula 1 é sinal de rodada dupla da GP2 em Magny-Cours. A categoria de acesso volta à ação com Bruno Senna e Lucas di Grassi empatados em terceiro na tabela de classificação (18 pontos). Além disso, contamos com Sérgio Jimenez em 12º, com quatro pontos, e Xandynho Negrão ainda não pontuou.

"Mas, ué... aonde está Antonio Pizzonia?", perguntará o atento leitor.

Não está mais.

O amazonense, dono de um solitário ponto no ano, foi devidamente afastado da FMSI, equipe de Giancarlo Fisichella, e será substituído por Adam Carroll a partir da França. Segundo informações preliminares, existem chances de que ele volte nesta temporada, algo que, convenhamos, é duro de acreditar. Assim como é difícil apostar, depois dessa, numa volta triunfal de Antonio, ao menos em relação às categorias Top.

Apostava em Pizzonia e em João Paulo de Oliveira como dois dos mais fortes representantes do Brasil no automobilismo mundial, isso no final da década de 90. Infelizmente, por um motivo ou outro, os campeões da F-Renault Inglesa e F-3 Inglesa (Pizzonia) e F-3 Sul-Americana (Oliveira) não vingaram da forma como esperávamos.

Na foto, o carro que proporcionou um dos poucos momentos de glória para Pizzonia desde 2000, ano em que faturou a F-3, o da equipe Petrobras Júnior, com o qual venceu o GP da Alemanha de 2001 da F-3000 - único triunfo na categoria.

sábado, 12 de maio de 2007

Aquarela do Brasil

O sábado foi verdadeiramente especial para o automobilismo brasileiro. Nossos representantes conseguiram resultados mais do que expressivos mundo afora, ajudando a queimar um pouco a língua deste que escreve.

Vejam os meus palpites no post abaixo. Já errei de cara! Não só a McLaren não fez 1-2 no grid para o GP da Espanha como também perdeu a pole. Felipe Massa foi brilhante. Detonou o último setor e colocou-se alguns centésimos à frente de Fernando Alonso, favorito da torcida. Raikkonen, em mais uma exibição pragmática, foi o terceiro, enquanto Hamilton alegou mais combustível no tanque de seu carro para justificar o quarto melhor tempo.

O que vai acontecer amanhã? Duvido que fuja do que a imprensa já vem dizendo: quem completar a primeira volta na liderança provavelmente será o vencedor.

Mas ainda em Barcelona, terceira prova da GP2 em 2007 e vitória verde-amarela. Com alto pedigree. Bruno Senna, após passar ileso por acidentes no início da corrida, faturou o primeiro triunfo na categoria. E ainda tivemos Lucas di Grassi em terceiro, em boa performance.

Para fechar o final de semana com chave de ouro, falta "apenas" a vitória de Felipe. Nada impossível.

sexta-feira, 23 de março de 2007

GP2 verde-amarela

Nesta semana em que as notícias da Fórmula 1 não estão fervilhantes (lembra de uma semana atrás?), vamos falar um pouco de GP2, a categoria de acesso. Hoje tivemos mais uma boa notícia para os brasileiros: Sérgio Jimenez está extra-oficialmente confirmado como titular da Racing Engeneering, fazendo dupla com Javier Villa.

Abrimos aqui um espaço para que você conheça um pouco mais sobre este rapaz de 22 anos. Ele é paulista de nascimento, da cidade de Piedade. Teve o primeiro contato com o automobilismo aos 10 anos, no kart, onde permaneceu até 2002, quando estreou na F-Renault Brasileira. Nessas cinco temporadas de monoposto, chegou à Europa, mais precisamente na Espanha, onde disputou o campeonato de F-3 do ano passado.

Correu pela própria Racing Engeneering e teve como companheiros o filho de Alain Prost, Nicolas, e o espanhol Miguel Molina. Foi o quinto colocado no certame, vencido pelo argentino Ricardo Risatti (outro confirmado para a GP2 2007).

Agora, o Brasil é o país com o maior número de participantes na categoria. Além de Jimenez, torceremos por Xandinho Negrão, Bruno Senna, e, com mais chances de título, Antonio Pizzonia e Lucas di Grassi, totalizando cinco pilotos. Os países que se aproximam mais nessa relação são Espanha e Japão, com três representantes cada.

Essa é a prova de que, caso os nossos dirigentes esportivos fossem um tantinho mais empenhados, o Brasil poderia ser facilmente o país mais vencedor do automobilismo mundial. Em termos numéricos, ainda é, já que temos 8 conquistas na Fórmula 1, à frente de todos os demais. Mas, na prática, sabemos que esses cinco e outros tantos brazucas espalhados pelos quatro cantos do planeta são vencedores incontestáveis, pois estão mantendo o nome do país no alto sem receber o apoio que mereceriam.

quinta-feira, 8 de março de 2007

O futuro e o passado

A GP2 emplacou mais um piloto de suas fileiras na Fórmula 1. O quase-albino Mike Conway, da Super Nova, campeão da F-3 Inglesa de 2006 (levando a melhor sobre Bruno Senna) passa a integrar a equipe Honda. E apostem: vai ser trabalhado para assumir um dos cockpits do time em 2008, já que existe a boa possibilidade de Barrichello se aposentar.


Conway, muita habilidade e pouca melanina

Isso só mostra o quanto esta categoria é importante dentro do automobilismo. E falo isso olhando as estatísticas, e não da boca pra fora. Por exemplo: dez pilotos que alinharam na GP2 em 2005, ano de estréia da categoria, já tiveram passagens ou estão na F-1, sendo que cinco como pilotos titulares - Nico Rosberg, Heikki Kovalainen, Scott Speed, Giorgio Pantano, Gianmaria Bruni. Na temporada passada, mais três competidores que entram na lista, entre eles Lewis Hamilton e Timo Glock.

Nesses números, uma curiosidade: três rapazes (Pantano e Glock na Jordan, Bruni na Minardi) estiveram na F-1 antes de chegarem à GP2, caminho considerado "inverso" ao natural. Eis aí outro dado que merece destaque: a possibilidade de pilotos que já chegaram ao topo (e não se mantiveram) voltarem a ele.

Quem entrará nessa estatística em 2007 é Antonio Pizzonia. Depois de um ano na Jaguar e quase três na Williams, o amazonense tem a obrigação de lutar pelo título da temporada - e, preferencialmente, ganhá-lo. É claro que o mundo da F-1 olha o brasileiro com séria desconfiança depois dessas passagens apagadas, mas SIM, existem casos em que se consegue dar a volta por cima. Alexander Wurz, o mais recente deles, que o diga.

E aqui vale um adendo: este jornalista tem grande simpatia pela GP2. Dará, pois, periodicamente os seus pitacos sobre a categoria neste espaço.