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segunda-feira, 14 de julho de 2008

Parceria entre campeões

“Levante a mão quem pretende estar na Ferrari em 2010”.

Antes de iniciar o post, um pedido de desculpas aos blogueiros pelo recesso do “Stop & Go Brasil” nos últimos dias. Compromissos e imprevistos impediram a atualização diária deste espaço da velocidade, que volta a acelerar com tudo nesta semana. Podem esperar!

Comecemos o dia falando de boataria. No caso, sobre a especulação de uma possível ida de Fernando Alonso para a Ferrari em 2010, quando se iniciaria também uma forte parceria entre o time italiano e o banco Santander, que patrocina atualmente a rival McLaren.

Um banco espanhol, um piloto espanhol em busca de um carro vencedor, muito dinheiro envolvido... Pois é, as peças se encaixam. Mas quem sairia da equipe vermelha para a chegada do bicampeão?

Kimi Raikkonen tem contrato até o fim de 2009 e já estaria pensando em se aposentar. Pode ser esta a vaga então, até porque dificilmente o finlandês e o espanhol aceitariam dividir as atenções de uma mesma casa, sendo eles campeões do mundo.

Vale lembrar que o “Homem de Gelo” deixou a McLaren no fim de 2006 — entre outras razões — por conta da contratação do asturiano. Por que concordaria agora em ser o companheiro de Fernando? Não faz sentido.

Nos 58 anos da Fórmula 1, houve nove casos em que dois campeões defenderam uma mesma escuderia; duas delas tendo a Ferrari como grande privilegiada, em 1952 e 1953, com a dupla Alberto Ascari e Giuseppe Farina.

A última formação de campeões foi vista em 1989, ano das farpas entre Ayrton Senna e Alain Prost na McLaren. Apesar da inimizade criada pelos corredores, o time britânico conquistou o título de pilotos e de construtores. No entanto, perdeu a formação dos sonhos (ou pesadelo) para a temporada seguinte.

Mesmo que não seja Raikkonen o futuro parceiro de Alonso, há também a possibilidade do espanhol encontrar na Ferrari — caso ele realmente vá para lá um dia — um outro campeão: Felipe Massa, forte candidato ao caneco deste ano e com contrato válido até o fim de 2010.

Outros fatores ainda podem interferir nessa história, como uma melhora repentina por parte da Renault, uma extensão do acordo de Kimi com a equipe de Maranello, enfim, hoje só podemos trabalhar com hipóteses. Mas que seria interessante uma Ferrari com dois campeões, isso sim seria!

As duplas de campeões da F-1:

1951: Juan Manuel Fangio e Giuseppe Farina (Alfa Romeo)
Campeão: Fangio

1952: Alberto Ascari e Giuseppe Farina (Ferrari)
Campeão: Ascari

1953: Alberto Ascari e Giuseppe Farina (Ferrari)
Campeão: Ascari

1967: Graham Hill e Jim Clark (Lotus BRM)
Campeão: Denny Hulme

1968: Graham Hill e Jim Clark (Lotus Ford)
Campeão: Hill

1970: John Surtees e Denny Hulme (McLaren Ford)
Campeão: Jochen Rindt

1974: Emerson Fittipaldi e Denny Hulme (McLaren Ford)
Campeão: Emerson

1986: Alain Prost e Keke Rosberg (McLaren Porsche)
Campeão: Prost

1989: Alain Prost e Ayrton Senna (McLaren Honda)Campeão: Prost

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Grid de 2008 vai se formando

Rosberg e Nakajima correrão juntos na Williams.

Mesmo sem a definição do futuro de Fernando Alonso, a lista de equipes e pilotos para a próxima temporada vai, aos poucos, ganhando formas mais sólidas. Nesta quarta-feira, a Williams anunciou Nico Rosberg e Kazuki Nakajima como sua nova dupla titular, tornando-se assim o sexto time com elenco oficialmente escalado para 2008, ao lado de Ferrari, BMW, Red Bull, Toro Rosso e Honda.

Na verdade, podemos acrescentar a Toyota a essa relação, já que os japoneses revelaram hoje a contratação do alemão Timo Glock. O campeão da GP2, porém, ainda tem um acordo com a BMW para exercer a função de piloto de testes, por isso, depende de um entendimento entre as escuderias para ser efetivado como parceiro de Jarno Trulli.

Fica agora a expectativa pelo anúncio da Renault, o provável destino de Alonso na opinião de 99,9% de quem acompanha a categoria máxima do automobilismo. Ao lado do espanhol, ao que tudo indica, estará Nelson Ângelo Piquet.

Diante deste cenário, a tendência é de que a McLaren receba Heikki Kovalainen para ser o escudeiro de Lewis Hamilton; um acordo bastante lógico de se imaginar, considerando as opções de mercado e no bom histórico de relacionamentos do time prateado com corredores finlandeses.

A equipe britânica, no entanto, avisou que não tem pressa para definir o substituto de Alonso. Já a Renault espera oficializar os novos pilotos ainda nesta semana. Enquanto isso, eu faço as minhas apostas para a formação do grid de 2008. Veja (em itálico, os nomes não confirmados):

Ferrari
1 - Kimi Raikkonen
2 - Felipe Massa

BMW
3 - Nick Heidfeld
4 - Robert Kubica

Renault
5 – Fernando Alonso
6 – Nelson Ângelo Piquet

Williams
7 – Nico Rosberg
8 – Kazuki Nakajima

Red Bull
9 – David Coulthard
10 – Mark Webber

Toyota
11 – Jarno Trulli
12 – Timo Glock

Toro Rosso
14 – Sebastian Vettel
15 – Sebastien Bourdais

Honda
16 – Jenson Button
17 – Rubens Barrichello

Super Aguri
18 – Takuma Sato
19 – Anthony Davidson

Force India
20 – Adrian Sutil
21 – Roldan Rodriguez

McLaren
22 – Lewis Hamilton
23 – Heikki Kovalainen

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Japoneses podem trocar Ralf por austríaco

Christian Klien pode voltar a figurar no grid da Fórmula 1 em 2008. O austríaco, que já correu pela extinta Jaguar e até o ano passado pela Red Bull, estaria em negociações avançadas com a Toyota para assumir o lugar de Ralf Schumacher. É o que afirma o conceituado site “Grandprix.com”.

Segundo este novo rumor, o piloto de testes da Honda estará livre de qualquer compromisso com a equipe nipônica no final do ano. E Klien estaria mesmo disposto a mudar de endereço, pois é praticamente certa a permanência de Rubens Barrichello e Jenson Button no time para mais uma temporada.

Já a Toyota busca a contratação de um corredor bom, experiente e barato. Está fora de cogitação, ao menos neste momento, investir um caminhão de dinheiro num sujeito e correr o risco de repetir o fracasso que cometeu com Schumacher. Os dirigentes apostaram num sobrenome de peso e se deram mal.

Klien, de 24 anos, conta com 50 corridas no currículo e muita vontade de voltar às pistas como piloto oficial. Seu melhor resultado na categoria foi o quinto lugar no GP da China de 2005, com a Red Bull. No geral, é um competidor que pouco fez enquanto correu e está longe de ser o “salvador” que a Toyota procura.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Estréia de Piquet pode mesmo ser antecipada

Como era previsto desde o período de pré-temporada, o nome de Nelsinho Piquet começa a ganhar mais e mais destaque na pista dos rumores que apontam para uma possível estréia do brasileiro como piloto titular ainda neste ano.

A única alteração nos prognósticos está no nome da provável peça descartada pela Renault: Heikki Kovalainen ao invés de Giancarlo Fisichella. O italiano está longe de ter um desempenho fenomenal no time francês, porém, tem sido consistente nas etapas.

Já o finlandês, mesmo tendo chegado em quarto lugar na corrida do Canadá, não correspondeu ao que dele se esperava. Aquele sujeito que andava muitas vezes até mais rápido do que Fernando Alonso nos testes mostrou-se muito fraco na hora do vamos ver. O bem da verdade é que ninguém viu nada até agora.

Por isso, Flavio Briatore já estaria mexendo alguns pauzinhos para antecipar o retorno do sobrenome Piquet ao circo da Fórmula 1. Dizem pelo paddock que a Renault está negociando com a Williams uma vaga para Kovalainen. Quem dançaria nesta história seria Alexander Wurz, o terceiro colocado na corrida do último fim de semana.

Em termos de capacidade como piloto, é muito mais negócio para o time de sir Frank ter o finlandês do que o austríaco. Mas não se pode esquecer que a Williams sobrevive recentemente com um orçamento limitado e só contratou Wurz pelos patrocínios que levou consigo. Briatore, portanto, precisará pagar uma boa quantia para ter um cockpit para Heikki.

Enquanto isso, Piquet Jr. vai caindo na graça da categoria e de nomes importantes que vão demonstrando apoio ao jovem brazuca. Foi o caso hoje de Emerson Fittipaldi. “Na minha opinião, ele está pronto, muito bem preparado e tem o talento necessário para correr. Quando ele sentar no cockpit, vai provar tudo isso”, afirmou o bicampeão de 60 anos à imprensa internacional.

O Nelsinho está chegando, gente!