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terça-feira, 16 de junho de 2009

Desafio caseiro

FOTO: REPRODUÇÃO/LAT
"Com a Honda, foram apenas fracassos".

Vencer em casa é o sonho de qualquer competidor. Mas assim como Rubens Barrichello (apenas um exemplo entre vários), Jenson Button não costuma ter muita sorte quando acelera diante de seus fãs.

Em nove participações no GP da Inglaterra, o britânico somou apenas 12 pontos, sem jamais ter colocado os pés no pódio. Seu resultado mais expressivo foi o quarto lugar em 2004, com a BAR 006 – o melhor carro que conduziu antes da Brawn.

Nas classificações, quase levou a pole de 2005, mas acabou superado por Fernando Alonso e saiu em segundo. Já nos últimos três anos com a Honda, só acumulou fracassos: dois abandonos e uma décima colocação, sendo o 17º posto o melhor lugar no grid.

Motivos de esperança para os rivais ou uma nova barreira a ser derrubada pelo líder do mundial? A resposta começa a ser escrita na última parte do treino de sábado, já que Button e a Brawn costumam esconder o jogo nas sessões de sexta-feira.

Raio-X de Jenson Button em Silverstone:
2000: 6º no grid / 5º na corrida (Williams)
2001: 18º/15º (Benetton)
2002: 12º/abandono (Renault)
2003: 20º/8º (BAR)
2004: 3º/4º (BAR)
2005: 2º/5º (BAR)
2006: 19º/abandono (Honda)
2007: 18º/10º (Honda)
2008: 17º/abandono (Honda)

domingo, 24 de maio de 2009

Fórmula Button

FOTO: DIVULGAÇÃO/BRAWN GP
Se houvesse uma aposta para saber qual piloto teria condições de impor um domínio na Fórmula 1 ao estilo Michael Schumacher, muitos diriam Fernando Alonso, ainda exaltado como o sujeito mais completo do grid atual. Outros tantos exclamariam o genial Lewis Hamilton, alguns arriscariam o rapaz de fases Kimi Raikkonen e os brasileiros mais esperançosos afirmariam o raçudo Felipe Massa. Ninguém (ninguém mesmo), nem de brincadeira, colocaria suas fichas no até pouco tempo atrás modesto Jenson Button.

Passados três anos da aposentadoria do alemão, eis que surge uma equipe nascida das cinzas de uma Honda lastimável, surpreendendo com um carro extremamente veloz e com um inglês super motivado para aproveitar a grande chance de sua carreira. Em seis corridas, cinco vitórias e quatro pole positions. Um início supremo que pouca gente conseguiu na categoria – de cabeça, lembramos do próprio Schumacher em 2004 e de Nigel Mansell em 1992.

A cada conquista, sempre o discurso de “Yeahhh, yeahhh, yeahhh”. Um tanto cansativo e previsível, mas foi o jeito que Button escolheu para comemorar. Que vibre como quiser, pois o momento é todo dele. Pior que a tal sambadinha não poderia ser, então que continue berrando dentro do cockpit.

Jenson será campeão? Bom, já venceu cinco provas, a mesma quantidade de conquistas que rendeu o caneco a Hamilton no ano passado. Em 2007, Raikkonen ficou com o título após seis vitórias e Fernando Alonso sagrou-se bicampeão com sete êxitos em 2005 e 2006. Ainda faltam 11 GPs para o encerramento do Mundial e fortes indícios de que veremos o carro branco do britânico cruzando a linha de chegada em primeiro.

Todos nós erramos. O novo domínio da F-1 leva o nome de Jenson Button. Até as ruas de Mônaco souberam disso neste fim de semana.

segunda-feira, 30 de março de 2009

O inglês 22

FOTO: MONTAGEM/DIVULGAÇÃO
Assim como em 2008, a temporada deste ano começou com a vitória e pole position de um piloto inglês, a bordo de um carro empurrado por motor Mercedes e com o número 22 estampado na carenagem do monoposto.

Uma coincidência que ficará restrita à corrida de Melbourne ou se estenderá até o fim do campeonato, resultando em conquista de título? Para os apreciadores de estatísticas, vale lembrar a fama do GP da Austrália de ter seu vencedor como o campeão do ano.

Só neste novo milênio, apenas dois pilotos da corrida australiana não finalizaram o Mundial com o caneco. Dá para apostar em Jenson Button?

domingo, 29 de março de 2009

De ponta a ponta

FOTO: DIVULGAÇÃO/BRAWN
A confirmação do domínio está na “súmula” do GP da Austrália: Jenson Button venceu tendo liderado todas as 58 voltas da corrida. Façanha essa alcançada por 50 pilotos – contando com o inglês – ao longo dos 60 anos de história da Fórmula 1.

O recordista de tal proeza é Ayrton Senna, com 19 vitórias absolutas. Jim Clark é o segundo do ranking, com 13, seguido de Jackie Stewart e Michael Schumacher, ambos com 11. Dos pilotos em atividade, Kimi Raikkonen conseguiu três vezes vencer desta maneira, contra duas de Fernando Alonso e uma de Rubens Barrichello e Lewis Hamilton.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Separados no nascimento?

Será que a Honda vai conseguir o absurdo de fazer uma temporada mais horrorosa que a do ano passado? Considerando os resultados dos testes de inverno, podemos dizer que há uma boa chance da equipe alcançar este êxito bizarro.

Para evitar uma catástrofe, o time japonês já avisou que treinará sozinho em Jerez de La Frontera, na próxima semana, para avaliar novos componentes mecânicos e aerodinâmicos no pouco convincente RA108, modelo que mais parece uma evolução do carro utilizado pela extinta Arrows no mundial de seis anos atrás.

Dêem uma olhada na imagem, reparem na semelhança das asas dianteira e traseira. Vale lembrar que a escuderia dos monopostos alaranjados foi comprada pela Super Aguri, filial da Honda. Seria esse então o motivo da similaridade dos carros? Melhor pensar que não.

Para o bem de Rubens Barrichello e Jenson Button, tomara que as novas soluções a serem testadas na Espanha mudem não apenas o visual do bólido, mas principalmente o seu desempenho, hoje muito aquém de possibilitar os pilotos de brigarem por um mísero ponto sequer.

Um papelão para uma marca como a Honda.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Honda: Ano de transição a caminho

Apagar a temporada 2007 da história da montadora. Esse seria o grande desejo da Honda, que após um período de crescimento entre 2004 e 2006, ano em que venceu pela primeira vez como equipe de fábrica, com Jenson Button, no GP da Hungria, amargou as últimas filas do grid em quase todas as provas.

Segundo os engenheiros do time, o grande problema do “Carro Ecológico” – apelido dado graças à pintura do RA107, baseada nas cores e no desenho do planeta Terra – era a falta de velocidade do bólido nas retas, onde, segundo diziam, “era como se houvesse um para-quedas se abrisse antes que se alcançasse maiores velocidades”.

A chegada do renomado Ross Brawn para comandar o desenvolvimento do RA108 é considerada um alento para quem viveu dias tão difíceis em 2007. Sabe-se que o trabalho não será fácil, e inocentes serão aqueles que pensarem que a Honda voltará aos melhores momentos rapidamente. Na verdade, 2008 deverá ser a temporada em que a equipe que um dia já aspirou ser grande retome sua dignidade.

16) Jenson Button (Inglaterra)
28 anos
135 GP’s disputados
3 Pole-Positions
1 Vitória
15 Pódios
0 Melhores Voltas
229 pontos
Estréia em 2000 (GP da Austrália)


Terá a eterna promessa inglesa se recuperado do baque de ser abafado pelo fenômeno Lewis Hamilton? Em caso positivo ou negativo, existe uma certeza: Jenson começará a temporada como número um dentro do time, o que lhe propiciará alguns privilégios e uma quantidade maior de pressão do que seu parceiro.

Sabe-se também que, caso o projeto da Honda de voltar ao topo não vingue, Button poderá procurar uma nova equipe para 2009, pois os anos em que o britânico, teoricamente, deveria viver o ápice da carreira, estão passando.

17) Rubens Barrichello (Brasil)
35 anos
250 GP’s disputados
13 Pole-Positions
9 Vitórias
61 Pódios
15 Melhores Voltas
519 Pontos
Estréia em 1993 (GP da África do Sul)

Por mais que negue, Rubens Barrichello poderá mesmo ter em 2008 a sua última temporada na Fórmula 1, aquela na qual Barrichello quebrará o recorde de maior número de GP’s disputados. Apesar de ser uma marca expressiva, não é bem aquela que Barrichello esperava alcançar quando estreou na categoria, há 16 temporadas.

O eterno número 2 de Michael Schumacher teve de amargar em 2007 o pior ano desde que estreou na Fórmula 1, sem marcar um ponto sequer. Com a chegada de Ross Brawn, com quem já trabalhou na Ferrari, Rubens poderá ter algum tipo de respiro, ao menos para ter um ano digno em termos de resultado.

TD) Alexander Wurz (Áustria, 33 anos)

Não era este mesmo Alexander Wurz que havia anunciado a aposentadoria em 2007, depois de uma temporada terrível pela Williams? Ele mesmo. Mas a experiência do austríaco foi um ponto extremamente importante para que a Honda acertasse com o ex-piloto de testes também da McLaren.

TD) Mike Conway (Inglaterra, 24 anos)

Surgiu com grande alarde na F-3 Inglesa, em 2006, quando rivalizou com Bruno Senna e levou a melhor sobre o brasileiro, faturando o título. Entretanto, fez um mau ano na GP2 em 2007 e tentará recuperar a credibilidade na categoria neste ano. Nas horas vagas, certamente aprenderá muito quando estiver testando o RA108.

TD) Luca Filippi (Itália, 22 anos)

Mais jovem e menos badalado do que Conway, mostrou-se mais rápido que o inglês em 2007, na GP2. O grande problema relacionado a Filippi é o fato de ser reconhecidamente estabanado e, muitas vezes, jogar bons resultados no lixo. No mais, tem grande apoio em seu país de origem, de modo que certamente terá o nome fortalecido na busca por um cockpit titular em 2009.

Ficha Técnica da Equipe

Primeiro GP: 1964 (Alemanha)
GP’s Disputados: 70
Vitórias: 3
Poles: 2
Pontos: 140
Melhores Voltas: 2
Títulos de Pilotos: 0
Títulos de Construtores: 0

Cúpula

Chefe de equipe: Ross Brown
Diretor técnico: Shuhei Nakamoro
Projetista-chefe: Jörg Zander
Chefe de aerodinâmica: Loïc Bigois
Engenheiro de corrida (Button): Andrew Shovlin
Engenheiro de corrida (Glock): Jock Clear

Patrocinadores Principais: Fila, NGK, Ray-ban, Seiko.

Grau de Força: Não fazer papelão mais uma vez.

terça-feira, 29 de maio de 2007

Se pudéssemos ser iguais...

Um possível diálogo para esta foto:

Barrichello: “Olha, Jenson. Esse sim sabia correr”.
Button: “Por que será que não conseguimos fazer o mesmo...?”.

Rubens Barrichello e Jenson Button foram dois entre as milhares de pessoas que foram ver a exposição Monaco Senna Celebration, evento feito em homenagem aos 20 anos da primeira vitória do tricampeão de F-1 nas ruas do Principado.

Ayrton venceu seis vezes no tradicional circuito monegasco, é até hoje o piloto que mais brilhou nesta etapa. Já a dupla da Honda tem o segundo lugar como melhor resultado em Monte Carlo.

Neste ano, contudo, sequer pontuaram. Amargaram a décima e 11ª posições, com o brasileiro à frente do inglês. Conseguiram a façanha de terminar atrás de Scott Speed, que corre pela modesta Toro Rosso.

Será que farão algo de bom nesta temporada?