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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Energia que deseja asas

FOTOS: DIVULGAÇÃO/RED BULL
Conforme Mark Webber já havia antecipado, o novo carro da Red Bull realmente é muito bonito. Talvez um dos mais belos da temporada 2009 (não fosse pela cor padrão), graças aos traços finos rabiscados pelo mago dos projetos da Fórmula 1, Adrian Newey.

Apresentado na manhã desta segunda-feira em Jerez de La Frontera, na Espanha, o RB5 salta aos olhos por aquilo que todos já esperavam: a aerodinâmica. O bico extremamente fino e alto é acompanhado por uma carenagem bastante curvilínea que se estende até o cockpit.

Nas laterais, as curvas também são evidentes e agradáveis de se observar, uma característica comum dos bólidos de Newey, responsável pela criação de seis carros campeões da década passada.

Curioso notar que, como a Ferrari, a equipe de bebidas energéticas adotou um apêndice aerodinâmico acoplado ao chassi, paralelo à entrada de ar dos radiadores. Duvidoso, porém, é o par de defletores colocado abaixo dos dutos de refrigeração; dispositivo aparentemente proibido nos projetos deste ano — vejamos o que os demais times falarão ao longo da semana.

A asa traseira de dimensões menores ficou bem instalada no RB5, mas chama a atenção por sua extensa carenagem lateral. Um verdadeiro caixote se comparado aos outros monopostos.

Antes mesmo de qualquer impressão na pista, o que interessa de fato para a Red Bull é que pela primeira vez em sua história terá um piloto veloz e motivador para levar sua máquina às primeiras posições. A presença de Sebastian Vettel, sem dúvida, será importantíssima para o desenvolvimento do projeto. A experiência de Mark Webber, muito veloz em treinos, também deve contribuir para a evolução do grupo, que ainda contará com a versão mais potente do motor da Renault.


Uma série de ingredientes muito interessantes, que obriga o time de certa forma a escrever seu melhor ano na Fórmula 1 em 2009. Tarefa que vale a pena acompanharmos com atenção.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Um mal que pode ter vindo para o bem

Quebrar a perna em um acidente de bicicleta sem dúvida não estava nos planos de Mark Webber. Principalmente às vésperas de uma pré-temporada tão importante como a de 2009, ano que marca uma série de mudanças técnicas na Fórmula 1.

Mas quem sabe esse imprevisto não sirva para dar uma boa chacoalhada no australiano e colocá-lo na lista dos pilotos acidentados que retornam às pistas acelerando muito e conquistando bons resultados.

Quem não se lembra do regresso de Michael Schumacher em 1999, após o acidente em Silverstone, onde quebrou a perna? O alemão fez a pole na Malásia e só não venceu para ajudar o companheiro Eddie Irvine, que lutava pelo título.

Outro exemplo é David Coulthard, que em 2000 quase morreu num acidente de avião, às vésperas do GP da Espanha. O escocês participou da etapa de Barcelona mesmo com alguns ferimentos e faturou o segundo lugar.

Uma demonstração de garra mais recente ocorreu no ano passado, com Robert Kubica. O polonês escapou de um fortíssimo acidente no Canadá e retornou na França com uma ótima quarta posição, atrás apenas de Ferrari e McLaren.

A temporada 2009 de Webber já possuía contornos de adversidade em função da chegada do talentoso Sebastian Vettel à Red Bull. Agora com o imprevisto da perna quebrada, passará a ser ainda mais interessante acompanhar a trajetória do chamado “leão de treinos” ao longo do novo Mundial e uma grande surpresa se ele andar na frente do companheiro alemão.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Preparado para o combate?

Ser piloto de Fórmula 1 não significa apenas sentar num monoposto e acelerar o máximo para chegar a vitória. Junto ao ofício existe uma série de cobranças e compromissos com os patrocinadores, que utilizam a imagem do corredor para venderem suas marcas. Vale tudo, ou melhor, Muay Thai no caso de Mark Webber nesta semana.

O australiano foi escalado pela Red Bull para uma aula de boxe tailandês lá em Cingapura, palco da 15ª etapa do Mundial. Não deve ter se preocupado muito com as técnicas da modalidade de luta, afinal seu esporte é outro. Mesmo assim, ele poderia se apegar um pouco mais à filosofia de briga, já que terá um páreo duro em 2009 com a chegada de Sebastian Vettel ao time energético.

Para um sujeito como Webber que quase sempre derrotou com facilidade seus companheiros de equipe — só perdeu em pontos para David Coulthard no ano passado —, será necessário um trabalho muito forte para encarar um jovem talento da categoria.

Ao contrário da época de Minardi e Jaguar, desta vez não será Mark o queridinho da escuderia. A tendência é que Vettel seja o prodígio da vez. Por isso, o australiano terá de usar mais artifícios do que um simples par de luvas para esta batalha.

Na briga indireta de 2008, Webber está atrás de seu futuro companheiro na classificação. Ele aparece em décimo com 20 pontos, três tentos a menos em relação a Sebastian, o nono colocado da tabela. Vettel já venceu corrida, enquanto Mark ainda sonha com a primeira.

Sem dúvida, promessa de boa briga (na pista e com luvas de piloto) na Red Bull para a próxima temporada.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Enfim, um bom piloto

Dinheiro eles têm. Um projetista de extremo gabarito (Adrian Newey) também. Faltava um piloto com potencial para buscar melhores resultados, o que a Red Bull parece ter resolvido nesta quinta-feira com o anúncio da contratação de Sebastian Vettel para a temporada 2009.

Tratou-se na verdade de uma promoção do corredor, que sempre teve vínculos com a empresa de bebidas energéticas, antes mesmo de desembarcar na Fórmula 1. Além disso, o alemão defende hoje a filial do grupo (Toro Rosso), portanto, sua chegada ao time principal era algo mais certo do que dois mais dois.

Uma bela contratação feita pela equipe, que poderia ter ido além e dispensado o australiano Mark Webber. Mas pelo menos deram um passo na direção correta, fazendo o que até então jamais haviam conseguido: selecionar um piloto em ascensão.

Vejamos se consegue agora formar asas sólidas e alçar vôos mais distantes. Tanto a Red Bull como o jovem Sebastião, um garoto de 21 anos, ainda com espinhas no rosto e considerado por muitos o sucessor de Michael Schumacher. Isso apenas o tempo dirá.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Anúncio do adeus

Essa decisão teria que ser tomada um dia. Por méritos próprios, David Coulthard pôde escolher a hora de pendurar o capacete. Fará isso ao término da temporada atual, conforme ele mesmo anunciou nesta quinta-feira ao mundo. Uma revelação já pensada para ser dita na semana do GP da Inglaterra, a corrida mais caseira deste escocês de 37 anos.

Um sujeito de sorte que, exceto pelo fato de jamais ter conquistado um título mundial, não tem motivos para reclamar da vida construída no esporte a motor. Seu currículo é bastante respeitável; disputou até hoje 237 corridas, venceu 13 vezes, marcou 12 pole-positions, subiu 62 vezes ao pódio, fez 18 voltas mais rápidas, somou 533 pontos e por uma vez foi vice-campeão, em 2001.

Como poucos privilegiados, estreou logo de cara em uma equipe de ponta: a Williams, em 1994, após a morte de Ayrton Senna. Em 1996, transferiu-se para a McLaren, onde alcançou seus melhores resultados e permaneceu até o fim de 2004.

Na Red Bull, sua última casa, levou a experiência para alcançar os melhores resultados da escuderia. Nada de muito expressivo, é verdade — teve dois terceiros lugares como maiores conquistas —, mas suficiente para fazer os dirigentes quererem lhe dar asas por mais anos. Só não continua mais porque ele decidiu parar.

Uma sábia decisão de quem disse querer encerrar a carreira enquanto estivesse competitivo e aproveitando o desafio que representa ser um piloto de GPs. Por mais que não tenha somado muitos pontos até o momento, foi ele o responsável pelo único pódio do time de bebidas energéticas no ano, alcançado no GP do Canadá. Segue, portanto, competitivo.

A meta de Coulthard para os próximos anos é atuar nos bastidores como consultor da Red Bull, uma função que deve realizar com maestria, afinal é uma pessoa bastante querida no segmento do automobilismo. Um “gentleman” super carismático. Não é à toa que sempre está acompanhado de belas senhoritas. Teve até uma namorada brasileira.

De repente, este foi o segredo de David para permanecer por 15 anos em atividade na F-1. Feliz e sorridente; sabendo curtir a vida ao máximo e tendo peito inclusive para mostrar o dedo do meio para um certo Michael Schumacher no GP da França de 2000. Uma figura esse escocês!

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Toro testa “cópia” da matriz

Após alguns testes particulares em Vairano, no mês passado, a Toro Rosso enfim revelou ao mundo nesta quarta-feira o novo STR3, carro que deve estrear em corridas no GP da Turquia, quinta etapa do calendário.

Só não dá para entender o motivo de tanto atraso na utilização do modelo, já que se trata do mesmo monoposto concebido pela Red Bull (clique na imagem para ampliar). Ah, mas os dirigentes da equipe filial garantem, como em 2007, que os bólidos são diferentes, apesar de muito semelhantes.

É verdade! O da RB4 leva o coração da Renault, enquanto o STR3 é empurrado pelo propulsor da Ferrari. Fora isso, a pintura e a posição dos retrovisores, não enxergo mais nada de distinto.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Red Bull: Confiança no projetista para ter asas

A temporada 2008 será a quarta da recente história da equipe das bebidas energéticas na F-1, mas talvez a mais aguardada de todas. A explicação é muito simples: neste ano, a Red Bull irá para as corridas com um carro 100% assinado por Adrian Newey, projetista de enorme prestígio e sucesso na categoria, responsável pela construção de seis modelos campeões da década de 1990.

Visualmente, o que chama a atenção no RB4 é o estranho alongamento da cobertura do motor, de formato semelhante a uma bigorna. De resto, o conjunto se parece com seu antecessor, que no terço final do campeonato passado demonstrou uma satisfatória melhora em termos de velocidade.

Faltava apenas garantir uma maior resistência do motor Renault, e tem sido exatamente essa a principal preocupação do time no novo projeto. Isso ficou evidente nos testes desta semana em Jerez de La Frontera, quando David Coulthard e Mark Webber totalizaram 810 voltas em três dias de trabalhos.

Apesar do bom desempenho nos treinos, os pilotos estão evitando tirar conclusões precipitadas sobre as chances de progresso no Mundial. Mas tanto eles como a Red Bull sabem da importância de superarem ao menos os números alcançados em 2007, ano em que somaram modestos 24 pontos. Precisarão suar o macacão para ter êxito.

9) David Coulthard (Escócia)
36 anos
229 GP’s Disputados
12 Pole-Positions
13 vitórias
61 Pódios
18 Melhores Voltas
527 Pontos
Estréia em 1994 (GP da Espanha)


Alguém já parou para analisar como este veterano escocês tem sorte? Em dez anos seguidos, passou por duas das mais fortes equipes da Fórmula 1 (Williams e McLaren), acumulou um considerável número de proezas, com direito a um vice-campeonato em 2001, e quando muitos achavam que não tinha mais espaço na categoria, foi chamado para correr na Red Bull graças à sua experiência.

Sempre ao lado de belíssimas namoradas, outro motivo para ser taxado de sortudo, Coulthard é uma pessoa bastante querida na modalidade. Talvez seja essa uma das razões para estar até hoje empregado como titular, embora ele também tenha méritos por boas atuações nas pistas — inclusive com a atual escuderia, com quem já subiu ao pódio e liderou corrida.

Sorte ou competência à parte, a realidade é que David está próximo da bandeira quadriculada de sua carreira. Aos 36 anos, corre mais por prazer do que pelo improvável sonho de ser campeão. Ele mesmo deve saber que não tem condições para tanto. Quando poderia pensar em título, cruzou com adversários mais capacitados, como Michael Schumacher e Mika Hakkinen.

Coulthard esteve nos lugares certos, mas nas ocasiões erradas. Sina semelhante à de colegas como Rubens Barrichello e Giancarlo Fisichella, outros dois bons pilotos. Nada mais do que isso.

Neste ano, o escocês deve pontuar em uma ou outra etapa. E se conseguir manter a vaga para 2009, aí sem comentários; vai ter sorte assim na F-1.

10) Mark Webber (Austrália)
31 anos
104 GP’s Disputados
0 Pole-Positions
0 vitórias
2 Pódios
0 Melhores Voltas
79 Pontos
Estréia em 2002 (GP da Austrália)

O semblante do australiano na imagem acima retrata bem o momento de tensão vivido por ele. Na verdade, não dá para dizer com certeza que Webber se sente pressionado com alguma coisa. Mas deveria, já que pouco tem feito para fazer valer a sua presença no grid. E uma hora ou outra a Red Bull vai se dar conta de que necessita de bons pilotos para ter suas tão sonhadas asas.

Em sete temporadas, Mark provou ser um verdadeiro leão de treino: sempre forte em ritmo de volta lançada — a ponto de ter largado em segundo lugar no GP da Malásia de 2004, com a Jaguar —, mas inconstante nas corridas.

No seu ano de estréia na Minardi e nos dois campeonatos seguintes com a extinta equipe verde, Webber podia até culpar os carros pela falta de resultados convincentes. Mas a passagem apagada pela Williams, onde correu entre 2005 e 2006, e os discretos números obtidos com a Red Bull desde 2007 mostram que o problema está no competidor.

Outro complicador para a vida de Webber é que não basta superar o companheiro de equipe para impressionar os patrões, pois este ano tem boas chances de ser o último de Coulthard na categoria. Por isso, caso o australiano queira seguir no seio da fabricante de bebidas energéticas, vai ter que andar muito em 2008. Vejamos se pode arcar com este fardo.

TD) Sébastien Buemi (Suíça, 19 anos)

Assim como Renault e Williams, a Red Bull confiou sua vaga de piloto de testes a um dos destaques da última temporada da F-3 Européia. Buemi, aliás, foi vice-campeão em 2007, ficando a dez pontos do detentor do título, Romain Grosjean.

No ano passado, também marcou presença em cinco etapas da GP2 e somou seis tentos, o que lhe rendeu o 21º lugar da classificação e uma chance na equipe Arden para o certame atual.

Vale lembrar que o time a ser defendido pelo suíço na categoria escola da F-1 pertence a Christian Horner, chefe de equipe da Red Bull. Não é de se estranhar, portanto, a escalação do novato para a função de reserva de Coulthard e Webber.

Em tempo: Na rodada de abertura da GP2 asiática, Buemi foi desclassificado na primeira bateria por irregularidades no carro — tinha chegado em sétimo — e abandonou a segunda corrida.

Ficha Técnica da Equipe

Primeiro GP: 2005 (Austrália)
GP’s Disputados: 54
Vitórias: 0
Poles: 0
Pontos: 74
Melhores Voltas: 0
Títulos de Pilotos: 0
Títulos de Construtores: 0

Cúpula
Chefe de equipe: Christian Horner
Projetista chefe: Adrian Newey
Diretor técnico: Geoff Willis
Chefe de aerodinâmica: Ben Agathangelou
Engenheiro de corrida (Coulthard): Guillaume Rocquelin
Engenheiro de corrida (Webber): Ciaron Pilbeam

Patrocinadores Principais: Red Bull, Siemens e Rauch.

Grau de Força: Briga por pontos.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Na base do Ctrl C...

Acho que já vi esse bico antes..

Durante a entrevista coletiva da qual participou ontem, em Istambul, David Coulthard disse que estava esperançoso por uma evolução da Red Bull com a nova asa dianteira que a equipe havia projetado para o modelo RB3. E foi no primeiro treino livre desta sexta-feira que o bico apareceu, com uma espécie de prateleira instalada sobre a base do aerofólio. Em outras palavras, uma cópia descarada da solução adotada desde o início da temporada pela McLaren.

Já estava demorando a aparecer um embalista do time prateado, afinal, na Fórmula 1 (será que é só na categoria?) as coisas são assim; faz-se algo vantajoso para o carro e logo alguém vem no vácuo com uma receita idêntica.

No caso de hoje foi a escuderia em que se encontra o projetista Adrian Newey, ex-empregado de Ron Dennis, que apertou as teclas Ctrl C e Ctrl V. Ele que, também, fez de seu primeiro projeto na Red Bull um irmão gêmeo do monoposto que havia construído para a McLaren em 2005.

Cópias à parte, o que vale é o resultado no cronômetro. E no primeiro ensaio livre para o GP da Turquia, a equipe de bebidas energéticas pouco intimidou as adversárias. David Coulthard, com um motor estourado durante a sessão, foi apenas o 13º colocado, enquanto Mark Webber ficou num modesto 19º lugar.

Kimi Raikkonen, seguindo os prognósticos para a 12ª etapa do mundial, colocou a Ferrari na ponta da tabela de tempos, seguido do companheiro Felipe Massa. As McLaren, com Fernando Alonso e Lewis Hamilton, vieram na seqüência, mas bem distantes dos bólidos vermelhos — 1s234 entre Kimi e Fernando.

O melhor do resto foi o finlandês Heikki Kovalainen, da Renault. com a quarta passagem. Nico Rosberg, sempre veloz nos treinamentos com a Williams, obteve a quinta posição. Já Rubens Barrichello, em seu calvário na Honda, alcançou o 15º posto.

Veja os tempos do treino livre 1:

1) Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), 1min27s988 (22 voltas)
2) Felipe Massa (BRA/Ferrari), 1min28s391 (20)
3) Fernando Alonso (ESP/McLaren-Mercedes), 1min29s222 (20)
4) Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), 1min29s261 (10)
5) Heikki Kovalainen (FIN/Renault), 1min29s346 (19)
6) Nico Rosberg (ALE/Williams-Toyota), 1min29s403 (23)
7) Ralf Schumacher (ALE/Toyota), 1min29s414 (24)
8) Giancarlo Fisichella (ITA/Renault), 1min29s541 (19)
9) Nick Heidfeld (ALE/BMW Sauber), 1min29s641 (20)
10) Jarno Trulli (ITA/Toyota), 1min29s685 (26)
11) Robert Kubica (POL/BMW Sauber), 1min29s710 (23)
12) Anthony Davidson (ING/Super Aguri-Honda), 1min30s384 (17)
13) David Coulthard (ESC/Red Bull-Renault), 1min30s398 (23)
14) Jenson Button (ING/Honda), 1min30s483 (17)
15) Rubens Barrichello (BRA/Honda), 1min30s580 (25)
16) Vitantonio Liuzzi (ITA/Toro Rosso-Ferrari), 1min30s612 (21)
17) Takuma Sato (JAP/Super Aguri-Honda), 1min30s624 (15)
18) Alexander Wurz (AUT/Williams-Toyota), 1min30s876 (12)
19) Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), 1min30s917 (22)
20) Sebastian Vettel (ALE/Toro Rosso-Ferrari), 1min31s383 (22)
21) Adrian Sutil (ALE/Spyker-Ferrari), 1min31s445 (31)
22) Sakon Yamamoto (JAP/Spyker-Ferrari), 1min32s270 (35)

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Um dos caras mais sortudos da categoria

Mais um ano de contrato e sempre bem acompanhado.

A Red Bull acaba de anunciar, em Silverstone, a renovação do contrato de David Coulthard para a temporada de 2008. Um sujeito de sorte este escocês que, exceto pelo fato de jamais ter conquistado um título mundial, não tem motivos para reclamar da vida que leva.

Aos 36 anos, o piloto conta com um currículo respeitável. Disputou 219 corridas, venceu 13 vezes, marcou 13 pole-positions, subiu 61 vezes ao pódio, somou 517 pontos e por uma vez foi vice-campeão, em 2001.

Como poucos privilegiados, estreou logo de cara em uma equipe de ponta: a Williams, em 1994, após a morte de Ayrton Senna. Em 1996, transferiu-se para a McLaren, onde alcançou seus melhores resultados e permaneceu até o fim de 2004.

No time de bebidas energéticas, levou a experiência para alcançar os melhores resultados da escuderia. Nada de muito expressivo, é verdade — teve um terceiro lugar em 2006 como maior conquista —, mas o suficiente para fazer os dirigentes quererem lhe dar asas por pelo menos mais um ano.

Agora num quesito em particular, Coulthard ainda permanece entre os líderes da categoria: o de belas companhias. Sempre com lindas namoradas, sendo que uma delas foi brasileira. De repente, é este seu segredo para estar na F-1. Feliz e sorridente; isso que é vida!