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terça-feira, 17 de março de 2009

Mais vitórias = campeão

FOTO: DIVULGAÇÃO/FERRARI
Chega de constância, a ordem agora para quem desejar ser campeão na Fórmula 1 é vencer. O anúncio radical e histórico foi feito nesta terça-feira pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA): a partir deste ano, o título ficará com o piloto que mais vezes subir no degrau mais alto do pódio.

Uma alteração polêmica, mas que deve trazer boas doses de emoção. Imagine, por exemplo, se essa regra já valesse no ano passado, quando Felipe Massa e Lewis Hamilton chegaram à decisão, no Brasil, com cinco vitórias cada um.

Sem dúvida, o inglês da McLaren teria adotado uma postura muito mais agressiva para derrotar o rival. O brasileiro da Ferrari, por sua vez, é quem ficaria com o caneco de 2008, considerando o resultado final de Interlagos.

A mudança, no entanto, fica restrita ao Mundial de Pilotos. A campeã entre as construtoras continuará sendo a que obtiver mais pontos ao longo do torneio. Na prática, significa dizer que a constância não está morta por completo.

Ô ansiedade para ver esse campeonato rolar!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Nova frente revelada

FOTO: REPRODUÇÃO AUTOSPORT.COM
Primeira equipe a testar o novo padrão de asa traseira estipulado para a temporada 2009 da Fórmula 1, a Williams tornou-se hoje a primeira também a exibir como deve ser o aerofólio dianteiro dos carros no próximo campeonato.

Uma peça bem mais limpa que a utilizada neste ano. Menos curvilínea e um tanto quanto esquisita à primeira vista. Mas com o tempo todos se acostumam; principalmente se as alterações técnicas deixarem a categoria ainda mais emocionante.

Se assim for, qualquer novidade que levarem para a pista será belíssima.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

De volta para o futuro

Tecnologia e meio-ambiente estão cada vez mais sintonizados na elaboração de projetos motorizados. Para a Renault, a aliança desse par resultou em um crossover extremamente aerodinâmico e pouco poluente, o qual batizou de Ondelios.

Este modelo conceito será um dos destaques da montadora francesa durante o Salão de Paris, em outubro. Um carro bastante futurista para os padrões atuais, equipado com uma motorização híbrida composta de uma versão impulsionada por 205 cv do motor 2.0 l dCi, associada a dois motores elétricos, posicionados na frente e na traseira do veículo.

Cada um desses propulsores elétricos de 20 kW funciona em utilização do tipo híbrida “moderada”, em complemento ao motor movido a diesel. Eles utilizam uma tecnologia de servofreio hidráulico, de recuperação de energia na fase de frenagem e restituição da energia para aliviar o motor térmico durante a aceleração.

Com um torque de 450 Nm de 1700 a 3800 rpm, o “coração” a diesel desenvolve velocidade de 0 a 100 km/h em apenas 7,8 segundos, associado a uma caixa de câmbio com dupla embreagem de sete marchas.

Mas falemos do visual, sem dúvida um dos principais atrativos do Ondelios. O painel lembra muito o das naves da série “Star Wars”, reforçando a inspiração buscada pelos engenheiros nos aviões.

Uma estrutura envidraçada foi adotada para o teto e também para grande parte das portas laterais, do tipo borboleta, que se elevam verticalmente, enquanto que a aba se desdobra para baixo, facilitando a entrada no veículo.

O espaço interno dispõe de três fileiras de assentos, totalizando seis bancos individuais. Como nos aviões, cada um deles possui um descanso para os pés que se abre ou se retrai. Só faltou mesmo o serviço de bordo para o conceito francês.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Novo conceito híbrido

Se na Fórmula 1 os resultados deixam a desejar, nas ruas o trabalho da Honda é primoroso. Prova disso está no novo modelo Insight, carro híbrido da fabricante a ser apresentado no Salão do Automóvel de Paris, entre os dias 4 e 19 de outubro.

O veículo dispõe do chamado sistema IMA (Motor de Assistência Integrado na tradução para o português), que utiliza como principal fonte de energia o motor a gasolina de baixa emissão de poluentes, auxiliado por outro elétrico.

Além do novo visual inspirado no FCX Clarity, carro da Honda movido à célula de combustível, o Insight traz outras melhorias em relação ao modelo anterior. Uma das principais está no seu interior, agora com espaço para cinco ocupantes — a primeira versão comportava apenas duas pessoas.

Segundo a montadora, o veículo começará a ser vendido no primeiro semestre de 2009. Inicialmente, atingirá os mercados europeu, norte-americano e japonês. A fabricação ocorrerá na Unidade de Suzuka, onde também é produzido o Honda Civic híbrido.

A meta da Honda é transformar o Insight no modelo mais acessível da categoria, graças à redução de custos que conseguiu para alguns componentes do sistema IMA. Estima-se comercializar 200 mil unidades por ano.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Só falta a BMW

A tampa de motor estilo bigorna, enfim, chegou ao carro dos atuais campeões da Fórmula 1. Felipe Massa foi o responsável pela condução do modelo equipado com a carenagem, que dificilmente deve aparecer nos bólidos vermelhos no GP da Hungria, semana que vem, pois a Ferrari andou muito pouco com o aparato. Apenas no fim dos treinos desta sexta-feira.

Na folha de tempos do quarto e último dia de testes coletivos em Jerez de La Frontera, a primeira posição ficou com Heikki Kovalainen. Massa foi somente o quinto, com um giro 1s226 mais lento que o do finlandês da McLaren. Pelo visto, as coisas estão mesmo se complicando para a casa de Maranello. Com ou sem bigorna.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Peças novas

Semana de testes coletivos, espaço para novidades nos monopostos. Em Silverstone, Honda e Force India foram as equipes que avaliaram novos componentes perceptíveis a olho nu, digamos assim.

O time japonês utilizou um bico mais baixo e curvado no modelo RA108, enquanto a escuderia indiana instalou no VJM-01 a versão “bigorna” da carenagem que encobre o motor, moda criada pela Red Bull e copiada por Renault, Toro Rosso e Williams. Uma das soluções mais bizarras dos últimos tempos.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Nova versão de calota

Um dos grandes baratos dos testes coletivos da Fórmula 1 é poder observar os novos artefatos desenvolvidos pelas equipes. Asas, apêndices aerodinâmicos, sempre há algum aparato diferente para se estudar.

A Honda, por exemplo, levou para a pista de Barcelona, nesta semana, uma nova calota dianteira para o modelo RA108. Um tanto quanto esquisita, mas que deve ter seu propósito evolutivo; ao menos na teoria.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Semana de aberrações em Barcelona

Lá se foram dois dos quatro dias de testes da Fórmula 1 no circuito de Barcelona. E com as sessões desta semana, vieram muitas novidades aerodinâmicas nos bólidos, com destaque especial para os apetrechos de Ferrari, Honda e Renault. Elas, porém, não foram as únicas a testar novos componentes no traçado espanhol. Dê uma espiada nas imagens:

Bico furado: A Ferrari, confirmando recentes especulações, testou uma nova asa dianteira com duas cavidades na altura da suspensão, visando melhorar o fluxo de ar e dar mais estabilidade à frente do monoposto. A solução, ao que tudo indica, deve estrear em corridas já no GP da Espanha.

O retorno das orelhas de Dumbo: Em maio de 2007, a Honda levou para os testes de Barcelona um aparato bizarro que recebeu o apelido de orelhas de elefante. Quase um ano depois, os japoneses voltaram a avaliar o apêndice aerodinâmico. Se vai ser utilizado em prova, já é uma outra história.

Frankenstein francês: Desesperada para transformar o carro ruim em uma máquina competitiva, a Renault está atirando para todos os lados. Nesta terça-feira, utilizou uma cobertura de motor de estilo bigorna, idêntica à adotada pela Red Bull. Além disso, incorporou o par de calotas dianteiras inventado pela Ferrari.

Mais uma na base do Ctrl C...: Nas rodas dianteiras, as calotas criadas pela Ferrari. Nas laterais, bem à frente das entradas de ar dos radiadores, a Red Bull adaptou uma haste vertical, semelhante a da BMW.

Receitas conhecidas: A McLaren não testou nada de inédito até o momento, mas avaliou algumas de suas soluções já confeccionadas. Na foto de cima, o carro com o qual Lewis Hamilton participou dos testes desta terça-feira. Abaixo, Pedro de La Rosa com o MP4/23 equipado com asas dianteira e traseira destinadas às pistas de alta velocidade.

Ambos os pilotos, contudo, andaram com a calota dianteira alongada, versão apresentada durante os treinos de inverno pelo time prateado.

Mudança sutil: A Williams foi discreta na possível evolução aerodinâmica de seu modelo. Trabalhou em uma nova prancha para o bico (foto de baixo), com linhas mais acentuadas que as da asa anterior (foto de cima).

quinta-feira, 6 de março de 2008

De olho nas novas regras

"Patinadas como essa prometem ser mais constantes".


Como Felipe Massa disse nesta semana em entrevista coletiva no Brasil, a Fórmula 1 tende a ser mais humana em 2008 graças à proibição do controle de tração, dispositivo responsável por evitar a patinação das rodas e, conseqüentemente, o culpado pelo baixo índice de erros dos pilotos nos últimos anos.

Esta, porém, não é a única novidade contida no regulamento da categoria. Uma boa hora, portanto, de lembrarmos o que passa a valer a partir do dia 16 de março, no GP da Austrália.

A abolição do TC (traction control) é de fato o centro das atenções, afinal promete tornar as largadas mais interessantes, aumentar as chances de ultrapassagens e deixar os competidores mais suscetíveis aos deslizes, escapadas, rodadas, principalmente em situações de chuva.

Outra mudança bastante discutida foi a padronização da centralina eletrônica dos carros, componente encarregado de monitorar o desempenho das máquinas e limitar a interferência dos sistemas eletrônicos na pilotagem.

Batizado de ECU (Unidade Central Eletrônica, na tradução para o português), o software gerou certa polêmica por ter sido desenvolvido em conjunto pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e McLaren, o que obviamente beneficiou o time inglês por já conhecer o aparato e não precisar adaptá-lo ao seu monoposto, como fizeram as demais escuderias.

A questão da vantagem, na verdade, nunca foi o motivo principal do debate sobre o novo dispositivo. O que aflige algumas equipes é a possibilidade de haver trapaça por parte do esquadrão prateado. Claro, pois se chegaram ao ponto de se valer de informações sigilosas de uma adversária em 2007, por que não aproveitar a familiaridade com o ECU para realizar algo fora dos padrões estabelecidos pelas regras?

A entidade suprema do esporte a motor, no entanto, garante que o sistema será fortemente fiscalizado para evitar a malandragem não de um, mas de qualquer time. Resta saber como será na prática.

Passemos para outra novidade, relacionada à caixa de câmbio. A partir de agora, ela precisa resistir a quatro etapas. Se trocada antes, por qualquer motivo, custará a perda de cinco posições no grid.

Os motores, assim como nos últimos anos, devem ter vida útil para dois GPs. A única diferença é que os pilotos passam a ter uma “colher de chá”. Em caso de pane, podem trocar de propulsor uma única vez sem sofrer punição. O benefício, contudo, só não vale se for utilizado na última etapa do mundial. Nesse caso, bem como para aqueles que tiverem problemas de motor por mais de uma vez, haverá as penalidades já conhecidas: perda de dez posições no grid se a troca acontecer antes da classificação ou largar em último se a mudança de motor for feita após o treino oficial.

O ensaio classificatório segue dividido em três partes, mas com alguns ajustes. O Q1, que elimina os seis pilotos mais lentos, aumentou de 15 para 20 minutos. No Q2, onde uma nova meia dúzia é descartada, os corredores continuam com 15 minutos para marcar tempo. Já o Q3, em vez de 15 minutos, passa a ter apenas dez.

A redução foi feita para acabar com as chatas voltas em que os competidores andavam somente para queimar combustível. A gasolina consumida nesta última etapa do treino, aliás, não poderá ser reposta como antigamente. Logo, os dez primeiros do grid terão de ir para a corrida com o que restar no tanque. Ótima notícia para as estratégias!

Essas são as mudanças da F-1 para 2008. Seus efeitos, positivos ou negativos, começam a ser exibidos na próxima semana, em Melbourne.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Sinal verde a caminho

Após um longo processo de reestruturação, o “Stop & Go Brasil” finalmente se prepara para o retorno de suas atividades. Mas ao contrário dos carros de Fórmula 1, que trazem pouquíssimas modificações visuais de ano para ano, nosso blog entra em 2008 com uma aparência bem diferente em relação a da última temporada.

Esta, porém, não será a única novidade que apresentaremos para os amigos blogueiros. Ao longo da semana, publicaremos um pacote especial de postagens e também daremos mais detalhes de tudo o que está por vir neste espaço dedicado aos amantes do esporte a motor.

Aguardem.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Fatos relevantes do teste final

McLaren testa nova asa dianteira.

No terceiro dia de chove e pára em Spa-Francorchamps, dois pilotos foram classificados como os mais velozes do teste coletivo desta quinta-feira. Segundo a cronometragem de parte das equipes, Fernando Alonso dominou o ensaio com a marca de 1min47s645. Já outros times apontaram Kimi Raikkonen como o primeiro colocado e responsável pelo giro de 1min47s042.

Mas em vez de questionar quem de fato liderou a sessão, atentemos para o trabalho e novidades apresentadas pelas escuderias, como foi o caso do esquadrão prateado de Woking, que andou hoje com uma nova asa dianteira.

Aerofólio utilizado até o treino de quarta-feira.

Olhe bem para bico do MP4/22 nas duas imagens. Repare na diferença de posição — um mais próximo do símbolo da Mercedes, enquanto o outro mais afastado — e de formato da “prateleira” que fica sobre a prancha do aerofólio. Atente também para a base da asa, mais longa e com a extremidade pintada de prata na foto inicial.

Visualmente, trata-se da segunda modificação feita pela equipe inglesa no carro, já que os tradicionais chifres posicionados nas laterais do santantonio foram retirados desde o primeiro dia de testes na Bélgica. No entanto, somente os treinos do GP da Europa, na semana que vem, revelarão se o time de Ron Dennis conseguiu alguma vantagem sobre os rivais. Entenda-se Ferrari.

Por falar na escuderia italiana, concentrou-se mais uma vez no desenvolvimento do set-up e de novos componentes do modelo F2007; programação típica de um teste. No boletim divulgado à imprensa, anunciou que fará na terça-feira, em Fiorano, o shakedown dos monopostos que serão utilizados na etapa de Nürburgring.

Entre as equipes pequenas, o destaque ficou para a estréia de Christian Klien ao volante da Spyker, austríaco que provavelmente será anunciado como o substituto de Christijan Klien. Sua preocupação foi de apenas ganhar quilometragem com o bólido.

Na Toro Rosso, Sebastien Bourdais completou seu segundo dia de avaliação no time. Em uma das tabelas divulgadas, foi o oitavo colocado. Na outra, o sétimo. No balanço de ambos os resultados, podemos compreender que se tratou de um bom desempenho do francês.

Rubens Barrichello foi o único brasileiro na pista belga. E ficou no fundão. Estranho, infelizmente, seria se tivesse andado entre os primeiros com o vergonhoso modelo da Honda.

A próxima atividade coletiva da F-1 será vista agora na Alemanha. Alguém já se habilita a fazer um palpite para a décima etapa do campeonato?

As duas tabelas do 3º dia:

Desfecho 1
1) Fernando Alonso (ESP/McLaren), 1min47s645 (50 voltas)
2) Robert Kubica (POL/BMW), 1min47s814 (51)
3) Mark Webber (AUS/Red Bull), 1min47s862 (39)
4) Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), 1min47s863 (49)
5) Giancarlo Fisichella (ITA/Renault), 1min47s896 (63)
6) Alexander Wurz (AUT/Williams), 1min48s437 (73)
7) Sebastien Bourdais (FRA/Toro Rosso), 1min48s585 (81)
8) Takuma Sato (JAP/Super Aguri), 1min48s610 (85)
9) Jarno Trulli (ITA/Toyota), 1min48s805 (59)
10) Christian Klien (AUT/Spyker F1), 1min49s453 (47)
11) Rubens Barrichello (BRA/Honda), 1min49s509 (66)

Desfecho 2
1) Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), 1min47s042 (69 voltas)
2) Robert Kubica (POL/BMW), 1min47s265 (78)
3) Fernando Alonso (ESP/McLaren), 1min47s645 (75)
4) Mark Webber (AUS/Red Bull), 1min47s699 (44)
5) Giancarlo Fisichella (ITA/Renault), 1min47s724 (76)
6) Alexander Wurz (AUT/Williams), 1min48s437 (91)
7) Jarno Trulli (ITA/Toyota), 1min48s491 (76)
8) Sebastien Bourdais (FRA/Toro Rosso), 1min48s585 (91)
9) Takuma Sato (JAP/Super Aguri), 1min48s610 (99)
10) Rubens Barrichello (BRA/Honda), 1min48s704 (81)
11) Christian Klien (AUT/Spyker F1), 1min49s119 (63)

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Novidades visuais

Red Bull estampa no carro fotos de pessoas que colaboraram com a campanha de ajuda a uma entidade que cuida de crianças com deficiência na medula espinhal.

Depois de muitos testes, enfim a Ferrari faz a estréia do par de calotas dianteiras em Grande Prêmio.