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quinta-feira, 24 de julho de 2008

Frutos da aposentadoria

Michael Schumacher volta ao volante de uma Ferrari. De rua. O alemão está realizando os desenvolvimentos de pista e estrada do mais recente modelo projetado pela montadora italiana, a Ferrari California, nova máquina de oito cilindros que deve ser oficialmente lançada no Salão de Paris, agendado para outubro.

Esta, porém, não é a primeira vez que o piloto aposentado “se mete” em um projeto urbano da marca do cavalinho rampante. Ele esteve envolvido também na confecção da F430 Scuderia, apresentada em setembro de 2007 ao mundo e recém-chegada ao Brasil.

Sobre este brinquedo já disponível no mercado, vale o destaque para o propulsor V8 de 4.3 litros, capaz de atingir potência de 510 cv a 8.500 rpm, 20 cv a mais que as versões F430 e F430 Spider. Com peso seco de 1.250 kg, possui relação peso-potência de apenas 2,45 kg por cavalo.

É praticamente uma máquina de corrida, dotada de uma proposta mais esportiva para atrair os fãs endinheirados e apaixonados por velocidade. Falando em velocidade, a F430 Scuderia alcança o máximo de 320 km/h e faz de zero a 100 km/h em 3,6 segundos. No Brasil, é comercializada a impressionantes R$ 1,6 milhões.

Schumacher, que conhece tanto a F430 Scuderia como a Ferrari California, comentou as diferenças dos equipamentos. “O Scuderia é sem dúvida um modelo mais próximo dos carros de competição, com foco em extrema performance. Porém, embora a Ferrari California esteja mais para uma máquina de passeio em termos de conforto e usabilidade, também impressiona pelo arrojo esportivo e pela diversão que proporciona em qualquer condição”.

“Esses dois veículos foram construídos para necessidades diferentes. A Scuderia é para aquelas pessoas que querem acelerar em pista o máximo possível. A California, para ser utilizada no dia-a-dia com o mesmo impacto emocional que somente uma autêntica Ferrari pode proporcionar”.

Falou bonito o heptacampeão.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Dia de recordação para Piquet e Schumacher

Dois ex-campeões que já foram inclusive companheiros de equipe guardam boas lembranças do dia 2 de junho. No caso de Nelson Piquet, foi nessa data, em 1991, que obteve sua 23ª e última vitória na principal categoria do automobilismo.

A consagração veio no GP do Canadá, a bordo de um Benetton e com uma importante ajuda do atrapalhado Nigel Mansell, que liderava com folga a etapa, mas conseguiu a façanha de deixar o carro da poderosa Williams morrer em plena última volta, quando já acenava para os torcedores. Piquet agradeceu.

Cinco anos mais tarde, Michael Schumacher conquistava no dia 2 junho de 1996, no traçado espanhol de Barcelona, a sua primeira vitória como piloto da Ferrari, numa corrida realizada sob forte chuva. Após aquela proeza, o alemão alcançaria outras 71 com o bólido vermelho. E cinco títulos de lambuja.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Passado e presente de um campeão

Uma bela imagem do hoje espectador Michael Schumacher, o segundo maior vencedor do GP de Mônaco ao lado de Graham Hill, ambos com cinco consagrações no Principado.

Nesta segunda foto, de 2006, um registro da última atuação do tedesco pelas ruas estreitas do microestado situado no sul da França.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Duelo de gigantes

Na semana do GP da Espanha, que tal relembrarmos o belíssimo duelo entre o então aspirante à estrela Fernando Alonso e o multi-campeão da categoria, Michael Schumacher, na etapa que abriu a fase européia da temporada 2005, o GP de San Marino?

Foram dez voltas de perseguição ferrenha do alemão sobre o asturiano, que lutava naquele dia 24 de abril pela terceira vitória consecutiva no ano. No carro vermelho, Schumacher vinha alucinado em busca do degrau mais alto do pódio e numa respeitável prova de recuperação, já que largou em 13º.

O final da história nós já sabemos, mas não custa nada curtir novamente as imagens. Reparem também na euforia do locutor e comentarista espanhóis.

domingo, 20 de abril de 2008

Frieza na hora da dor

Lá se vão cinco anos da realização do GP de San Marino de 2003, corrida marcada por uma atitude polêmica dos irmãos Schumacher. Tanto Michael quanto Ralf decidiram disputar a prova mesmo sabendo da morte da mãe, Elisabeth, que faleceu em um hospital de Colônia, na Alemanha, na manhã daquele domingo.

Correta ou não a escolha, o fato é que se não tivesse participado da etapa o alemão mais famoso da família teria perdido o título para Kimi Raikkonen — a classificação do mundial terminou com o placar de 93 a 91 em favor do tedesco.

Mas até que ponto vale uma taça? Opiniões à parte, há de se respeitar para sempre a decisão tomada pelos pilotos. Afinal, a mãe era deles.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Heptacampeão acelera na Espanha

Michael Schumacher, cada dia mais imerso no mundo das duas rodas, voltou a brincar com carros nesta quarta-feira, em Barcelona. O alemão está participando do terceiro dia de testes coletivos da F-1 e, até o momento — de acordo com a última atualização do site “F1 Today” —, detém o melhor tempo da sessão, com o giro de 1min19s323, registrado com pneus slicks.

terça-feira, 11 de março de 2008

Lembranças de Melbourne (2)

Michael Schumacher abandonando uma corrida por problema de motor! Das raras sete vezes que isso aconteceu com o alemão, uma delas foi em Melbourne, mais precisamente na edição de 1998, vencida por Mika Hakkinen.

É curioso também observar que dos 53 abandonos contabilizados na carreira do heptacampeão, oito foram em GPs da Austrália, sendo metade no traçado de Albert Park e a bordo de uma Ferrari.

Apesar das lembranças negativas, Schumacher também guarda ótimas recordações das corridas australianas. Em Melbourne, venceu quatro vezes. Já em Adelaide, pista que sediou a prova entre 1985 e 1995, conquistou o primeiro título mundial após uma polêmica batida na Williams de Damon Hill.

O último abandono do tedesco em solo australiano foi registrado em 2006, no seu ano de despedida da Fórmula 1. Confira a cena no vídeo:

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Em Montreal, pela última vez no segundo lugar

Enquanto Michael Schumacher estiver assistindo ao GP do Canadá neste domingo, certamente irá se lembrar que ele foi o maior vencedor no circuito de Montreal, com sete conquistas. Mas será que vai se recordar também do segundo lugar obtido na corrida do ano passado?

A princípio, esse não seria um resultado de chamar tanto a atenção do ex-piloto, afinal teve 91 momentos muito mais importantes (vitórias) para, hoje, rememorar com saudade. Contudo, aquela segunda posição possui um destaque especial: foi a sua última segunda colocação na Fórmula 1.

Depois da etapa canadense, a nona prova da temporada 2006, o alemão subiu outras seis vezes ao pódio, sendo cinco vitórias e um terceiro lugar. Encerrou a carreira com um total de 154 pódios — 91 vitórias, 43 segundos lugares e 20 terceiros. Tudo isso em 250 GPs disputados. Muita coisa para um só piloto...

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Schummy pode voltar ao pódio

Primeira vitória com a Ferrari foi na Espanha.

Michael Schumacher fará neste fim de semana, na Espanha, a sua primeira aparição no circo da Fórmula 1 como um piloto aposentado. Esta será, sem dúvida, uma das principais atrações da prova, que tem tudo para registrar o primeiro confronto direto entre os sucessores do alemão na Ferrari.

Mas deixemos a análise da corrida para um outro momento. O assunto de hoje está focado no heptacampeão da categoria, que em caso de vitória da escuderia de Maranello deverá ser escalado — uma aposta minha — para receber o troféu da equipe vencedora.

O GP da Espanha, vale lembrar, marcou a primeira vitória de Schumacher como piloto da Ferrari. Foi em 1996. Seria, portanto, uma tamanha coincidência ele participar de uma possível e muito provável festa vermelha justamente nesta etapa.

Interessante observar também o comportamento do ex-piloto após a prova para ver se ele muda a opinião de não sentir falta do mundo da velocidade. Sinceramente, com a fortuna que tem e tempo livre para fazer o que bem entender, nem mesmo eu sentiria.