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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Números ajustados

FOTO: MONTAGEM/DIVULGAÇÃO/FERRARI
O troca troca de números na Ferrari ganhou um novo capítulo nos testes da equipe italiana no circuito do Bahrein. Desta vez, contudo, parece que os algarismos estão com seus devidos donos: Felipe Massa, atual vice-campeão da Fórmula 1, com o 3 e Kimi Raikkonen com o 4.

Nos dois anos em que o brasileiro e o finlandês dividiram as atenções da escuderia italiana, sempre se deu melhor quem esteve com o numeral mais alto. Superstições a parte, o número que importa mesmo ao longo do Mundial é o da tabela de classificação. Seja par ou impar.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Em busca do 3º lugar

FOTO: DIVULGAÇÃO/FERRARI
Felipe Massa pode se tornar nesta temporada o terceiro melhor brasileiro no ranking de vitórias dos pilotos “verde-amarelos” na Fórmula 1.

Atualmente com 11 proezas no currículo, o vice-campeão de 2008 precisa vencer pelo menos quatro corridas para superar Emerson Fittipaldi, detentor de 14 glórias na categoria.

Competência do piloto não é problema neste caso. A dúvida é de como andará a Ferrari, já que os últimos testes do ano passado não foram nada conclusivos sobre o potencial do time italiano para o novo Mundial. Constatação que vale para todas as equipes, na verdade.

Caso desbanque o bicampeão Fittipaldi, a próxima referência de “casa” para Massa passará a ser Nelson Piquet, o segundo maior vencedor do país com 23 êxitos. A liderança — longe de ser alcançada — pertence a Ayrton Senna, dono de 41 vitórias.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Sina positiva

Por oito vezes na história da Fórmula 1, campeão e vice terminaram o ano separados por apenas um ponto. Dos episódios mais recentes, Lewis Hamilton provou das duas sensações: a de perder o título por um tento e a de conquistar a taça por um mísero pontinho.

A Felipe Massa, derrotado pelo inglês por essa mínima diferença neste ano, resta a esperança de se juntar à lista daqueles que, como Hamilton, conseguiram faturar o Mundial após a "decepção" do segundo lugar na classificação.

Dos oito vices com um ponto a menos que o detentor do caneco, quatro tornaram-se campeões: Graham Hill, Niki Lauda, Damon Hill e Lewis Hamilton. Vejamos se o brasileiro da Ferrari passa a integrar essa relação nos próximos campeonatos.

Talento, postura e condições para ser campeão ele já provou que tem. De sobra.

Campeões e vices separados por um ponto:
1958: Mike Hawthorn (campeão) / Stirling Moss (vice)
1961: Phil Hill / Wolfgang Von Trips
1964: John Surtees / Graham Hill
1976: James Hunt / Niki Lauda
1981: Nelson Piquet / Carlos Reutemann
1994: Michael Schumacher / Damon Hill
2007: Kimi Raikkonen / Lewis Hamilton
2008: Lewis Hamilton / Felipe Massa

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Numerologia da decisão

- 2 pilotos chegam a Interlagos com chances de ser campeão;

- 2 é o número do carro de Felipe Massa;

- 22 é o algarismo estampado na McLaren de Lewis Hamilton;

- 2 poles tem Felipe Massa no Brasil;

- 2 pontos foi o que Lewis Hamilton somou em Interlagos no ano passado;

- 2 finlandeses podem colaborar para a definição do novo campeão;

- 2 países (Brasil e Inglaterra) que não conquistam um título há mais de dez anos;

- 2 de novembro é o dia da decisão no GP do Brasil;

- 2/11/2008. 2+1+1+2+0+0+8=14. Se dividirmos por dois, o algarismo do momento, o resultado será sete. Exatamente a vantagem de pontos que Hamilton traz pelo segundo ano consecutivo a Interlagos.

Inútil coincidência, mas que deixamos registrada!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Apoio entre rivais

"Em 97, Williams e McLaren uniram forças para vencer a Ferrari."

O recado foi dado pelo espanhol. Se tiver condições, Fernando Alonso ajudará Felipe Massa a conquistar o título de 2008. Não pela simpatia que tem pelo brasileiro, com quem chegou a bater boca no GP da Europa do ano passado, mas pela oportunidade de assistir de camarote a uma nova derrota do desafeto Lewis Hamilton na Fórmula 1.

Some-se a isso o agrado e favor que o asturiano pode fazer à Ferrari, equipe com a qual flerta uma possível contratação para o futuro. Sem falar do natural destaque que passa a ter na mídia com essa postura de bom moço. Inteligente e oportunista esse bicampeão.

A camaradagem entre pilotos de times diferentes, no entanto, já foi vista em outras situações. A mais recente aconteceu em 1997, quando McLaren e Williams fizeram um acordo de cooperação para derrotar a arqui-rival Ferrari. E conseguiram.

Embora nenhuma das partes jamais tenha admitido a parceria, a última etapa daquele campeonato deixou mais do que evidente a troca de favores, quando Jacques Villeneuve, praticamente campeão, abriu passagem para a vitória de Mika Hakkinen. David Coulthard, aproveitando a brecha do canadense, foi no embalo do finlandês e chegou em segundo.

A ajuda de Alonso a Massa pode até não se concretizar na pista, mas já causou uma influência no quesito psicológico dos candidatos ao título. Felipe sabe que tem um apoio de peso. Hamilton, por usa vez, está sozinho.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

A ficha não caiu

A duas etapas do encerramento da temporada, parece que os brasileiros ainda não sentiram de fato a importância de 2008 para a história do país na Fórmula 1. Graças a Felipe Massa, a nação verde-amarela volta a respirar os ares de uma decisão de título, fato inédito nos últimos 17 anos.

Desde 1991 não sabemos o que é chegar à penúltima corrida alimentando chances de conquistar a taça. Um longo período de jejum. Além disso, esta é a primeira vez desde 1983 — ano do bicampeonato de Nelson Piquet — que um brazuca encara a necessidade de virar o placar da classificação para festejar o caneco.

Para tornar o momento ainda mais importante, Massa poderá ser o segundo piloto da história a decidir o Mundial em casa, como havíamos destacado num post mais antigo. Diversas razões, portanto, para aproveitarmos cada milésimo de segundo dos próximos dias; de todo este clima que há muito tempo não sentíamos.

E saibamos que, independente do desfecho do torneio, é preciso saber reverenciar o responsável por tudo isso.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Campeão em casa

Para obter feito raro, é preciso derrotar o sujeito que aparece no fundo da imagem".

Matutando alguns números e fazendo projeções sobre o campeonato atual, eis que me deparo com uma incrível raridade da Fórmula 1, que pode voltar a acontecer nesta temporada.

Se a decisão do título chegar pelo quarto ano consecutivo ao Brasil, a categoria poderá ter o segundo campeão da história definido em sua etapa de “casa”. No caso, Felipe Massa, obviamente.

Uma coincidência até o momento única nos 58 anos de existência da competição, concretizada apenas no certame de estréia, em 1950, quando Giuseppe Farina fez a festa dos italianos ao arrematar o caneco em Monza. Imagine como devem ter vibrado os torcedores locais.

Pois então tente imaginar a euforia dos brasileiros com a suposta conquista do título por parte de Massa em Interlagos. O público invade a pista, com toda certeza! Só de pensar na cena já dá para sentir arrepios.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

O trigésimo campeão

Seja Felipe Massa ou Lewis Hamilton o ganhador do título deste ano, a Fórmula 1 conhecerá de qualquer maneira o seu 30º campeão em 58 anos de história.

Se der o ferrarista, será o primeiro campeão brasileiro desde 1991. Se der o inglês, será o primeiro campeão de seu país desde 1996 e quebrará um jejum de nove anos sem títulos da McLaren.

Quem leva? Esperemos mais quatro corridas para saber.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

A hora da estrela

Primeiro disseram que a ausência do controle de tração seria crucial para o bom desempenho do piloto na temporada. Não foi. Andar bem em Mônaco e com pista molhada? Que é isso; muitos previram um fiasco. Não foi. Estourou o motor na Hungria; agora a afobação comprometerá a campanha rumo ao título. Não atrapalhou. Bom, desta vez ele não escapa, na Bélgica vai andar atrás do companheiro de equipe. Por enquanto não andou.

As barreiras vão surgindo e Felipe Massa as segue derrubando para a surpresa de muita gente na Fórmula 1. Seja em Spa-Francorchamps ou em qualquer outro lugar, faça chuva ou sol, o brasileiro parte para a briga pela vitória por uma simples razão: ele vive o seu grande momento na categoria. Sua estrela iluminou e felizmente está difícil de apagar.

De certa forma, o piloto protagoniza uma “trama” parecida com a do romance de Clarice Lispector. Tanto Massa como a personagem Macabéa possuem corpo franzino, são feios, desprezados por muitas pessoas e têm um Mercedes-Benz nos seus caminhos.

No caso do competidor, ainda falta alcançar e superar o carro prateado para encontrar sua desejada felicidade. Mas Felipe segue a jornada, sabe que só depende de si e de sua estrela ascendente para alcançar o sonho de ser campeão. Evoluiu da noite para o dia, assim de forma inesperada. Como aconteceu? A resposta pode interessar aos adversários, mas não para o brasileiro.

Ele continua acelerando, como fez hoje na Bélgica. Cravou o melhor tempo do dia e vai tentar a vitória no domingo, mesmo sabendo que as Mercedes e uma Ferrari farão de tudo para apagar seu brilho.

A hora é de Massa, não há dúvidas.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

A um passo de igualar a temporada de 93

“Senna foi o último brasileiro a vencer cinco vezes num mesmo ano”.

Um, dois, três, quatro, cinco! Há 15 anos o Brasil não sabe o que significa conquistar cinco vitórias numa mesma temporada. No entanto, essa escrita pode ser mudada no próximo domingo caso Felipe Massa vença o Grande Prêmio da Bélgica.

O piloto da Ferrari já venceu quatro provas em 2008, o máximo de proezas obtidas por um brasileiro desde a quina de Ayrton Senna no campeonato de 1993. De lá pra cá, o único representante nacional que conseguiu se aproximar da marca do tricampeão foi Rubens Barrichello, também com quatro êxitos em 2002.

Coincidência ou não, a quinta vitória de Massa pode vir na pista em que Ayrton conquistou cinco de suas 41 consagrações na Fórmula 1. Além disso, seria a primeira de Felipe em Spa-Francorchamps, circuito que há 17 anos não vê um brazuca no alto do pódio.

Se chegar ao quinto triunfo do ano na Bélgica, Massa terá mais cinco corridas para tentar um índice inalcançável por um brasileiro desde 1991, quando Senna venceu sete dos 16 GPs disputados.

E que tal sonhar mais alto? Seriam mais cinco etapas para o ferrarista igualar ou até superar o recorde de vitórias de um piloto verde-amarelo numa única temporada pertencente ao mesmo Ayrton, ganhador de oito provas em 1988, ano de seu primeiro título Mundial.

Após 20 anos da taça de Senna, quem sabe não chegue a primeira de Felipe?

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

As crias da Sauber em momento importante

Os três praticamente iniciaram a trajetória na Fórmula 1 pela mesma equipe. No caso de Nick Heidfeld, a Sauber representou a sua segunda “casa”, depois de um ano na Prost, mas foi graças ao time suíço que se destacou com mais freqüência. Kimi Raikkonen e Felipe Massa, sim, debutaram por intermédio da extinta escuderia azul.

O alemão já foi companheiro do finlandês, que hoje tem como parceiro o brasileiro, cuja primeira “relação” na categoria foi com o tedesco. Pilotos cheios de coincidências, mas que vivem atualmente situações bem distintas na competição.

Massa, o melhor do trio na temporada, passa pelo grande momento de sua carreira. Deixou de ser o piloto inconstante e afobado dos anos anteriores para dar espaço ao corredor maduro, veloz, muito forte no quesito mental e acima de tudo merecedor do título. Brasileiros, italianos, muita gente concorda com isso; até campeões como Niki Lauda.

Raikkonen, atual detentor do caneco, enfrenta uma fase de resultados modestos. Decepcionantes, para dizer a verdade. Leva uma surra do companheiro na maioria dos treinos, corre apagado como se estivesse em outro lugar e nada demonstra para melhorar a situação. Nem de longe lembra o “Ice Man” dos tempos de McLaren e a quem a Ferrari pensou que teria quando o contratasse. Não por menos tem sido severamente criticado e apontado por muitos como uma carta fora da briga pela taça.

Heidfeld, alemão em declínio, está sendo massacrado por Robert Kubica na BMW e deixando os patrões nada satisfeitos com as exibições pífias em treinos e por suas corridas sem sal. Ao contrário de Kimi, que ainda leva os votos da Ferrari para uma possível virada, Nick recebeu o aviso de que irá para o olho da rua se continuar ruim. Há quem diga que seu empresário já procurou a Toro Rosso para falar sobre o futuro.

Da trinca de crias da antiga Sauber, Heidfeld é o único que ainda não venceu uma corrida. Raikkonen é o único que conseguiu ser campeão, enquanto Massa é o único garantido na categoria até o fim de 2010. Qual das três exclusividades tem mais chances de ser quebrada? Neste momento a do finlandês, apesar de Felipe estar a seis pontos da liderança do torneio.

Mas independente do que acontecer até o fim do campeonato, uma pessoa já deve estar muito feliz com o que projetou para a F-1: Peter Sauber, o homem que apostou no sucesso dos três meninos.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Infeliz recordação


Há exatos seis anos, Felipe Massa pôde se valer da inexperiência na Fórmula 1 e no piso molhado para justificar a série de rodadas cometidas no GP da Inglaterra de 2002. Era apenas um garoto de 21 anos em fase de aprendizado. Deu para engolir essa desculpa.

Ontem, porém, nada que o brasileiro dissesse o salvaria das severas e merecidas críticas pela péssima exibição em Silverstone, sua primeira corrida na condição de líder do Mundial. Por sorte, ele não tentou se explicar; a única coisa certa que fez no fim de semana.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Em busca da nona

Depois de realizar um dos sonhos de Rubens Barrichello (liderar o Mundial de Fórmula 1), Felipe Massa parte para o GP da Inglaterra com a oportunidade de igualar o número de vitórias do compatriota, que obteve nove proezas em 15 anos de carreira.

O veterano da Honda ocupa a 28ª posição no ranking de conquistas, que dispõe de 99 nomes vencedores. Já Felipe, em sua sexta temporada na categoria, está empatado com o belga Jacky Ickx e o neozelandês Denny Hulme no 29º lugar.

Entre os brasileiros, o ferrarista é o penúltimo colocado na relação de vitórias, mas tem totais condições de tomar o posto de Barrichello e se aproximar das 14 vitórias de Emerson Fittipaldi ainda neste ano. E quem sabe superá-lo, por que não? Basta vencer sete das dez etapas restantes.

Ranking de vitórias do Brasil:
1) Ayrton Senna, 41
2) Nelson Piquet, 23
3) Emerson Fittipaldi, 14
4) Rubens Barrichello, 9
5) Felipe Massa, 8
6) José Carlos Pace, 1

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Vitória e liderança merecidas

O Brasil lidera o Mundial de Fórmula 1. Com um piloto muitas vezes criticado por sua inconstância nas corridas, rotulado de “novo Mansell” pelos que se dizem entendidos do esporte a motor, classificado antecipadamente como o perdedor no confronto interno da Ferrari. Ele como companheiro de Kimi Raikkonen? Coitado, será escorraçado. Não foi.

Felipe Massa evoluiu muito para chegar ao topo. Aprendeu a aceitar seus defeitos e a corrigi-los na pista, ao invés de cantarolar desculpas esfarrapadas. Caiu-lhe a ficha de que em certas ocasiões vale muito mais garantir alguns pontos do que jogar tudo para o ar.

Amadureceu sem deixar de ser veloz. Tornou-se grande, em que pese seus 1,66m de altura, mas somente iniciou uma fase ainda mais severa para quem almeja ser campeão do mundo.

Terá agora que enfrentar a pressão de ser líder, ser a caça em vez de caçador e dez etapas pela frente para assegurar o sonhado título. Condições para ostentar o número 1 da categoria ele já mostrou que tem. Se realmente vai conseguir, só o tempo dirá.

De certeza hoje, apenas o fato de Massa estar em seu melhor momento na F-1 e sabendo — após umas bobeadas no início do ano — a tirar proveito da estrela que passou a brilhar para ele, aquela que só ilumina o caminho de quem é ou está na trajetória de conquistar a glória máxima da modalidade.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

A vez de Massa?

Lewis Hamilton, Kimi Raikkonen, Fernando Alonso, Robert Kubica e até sujeitos como David Coulthard e Giancarlo Fisichella já sentiram o gostinho de, pelo menos uma vez na vida, liderar o campeonato de Fórmula 1. Façanha essa que nenhum brasileiro alcança desde maio de 1993.

Este dado negativo para a nação verde-amarela, porém, pode ganhar um novo rumo no próximo domingo durante o GP da França, onde Felipe Massa tem consideráveis chances de assumir a ponta da classificação.

Para isso, na conta mais simples, o piloto da Ferrari precisa vencer a corrida e torcer para Kubica chegar no máximo em terceiro. Nessas condições, ambos ficariam empatados com 48 pontos, mas o brazuca levaria vantagem no número de vitórias — três contra uma do polonês.

Numa prova em que o favoritismo pende para o lado da escuderia vermelha, cabe somente a Massa fazer sua parte na pista — como tem feito — e torcer também para a equipe não encenar nenhuma lambança, como uma estratégia burra, um pit-stop demorado ou qualquer outra bobeira do gênero.

Veja quem já liderou o Mundial nos últimos dez anos:
- David Coulthard
- Eddie Irvine
- Fernando Alonso
- Giancarlo Fisichella
- Kimi Raikkonen
- Lewis Hamilton
- Michael Schumacher
- Mika Hakkinen
- Robert Kubica

sábado, 24 de maio de 2008

Pole não perde em Mônaco desde 2004

Para quem gosta de estatísticas e torce por Felipe Massa, aqui está uma boa notícia vinda dos números de Mônaco. Desde 2004, quem larga na pole-position nas ruas do Principado completa o fim de semana com a vitória.

Nos últimos dez anos, contudo, essa escrita fracassou por cinco edições seguidas, entre 1999 e 2003. O último piloto a estragar a festa do pole foi Juan Pablo Montoya, que na ocasião tinha partido do terceiro lugar do grid com o bólido da Williams.

Pole / Vitória em Mônaco:
2008: Felipe Massa / -----------
2007: Fernando Alonso / Fernando Alonso
2006: Fernando Alonso / Fernando Alonso
2005: Kimi Raikkonen / Kimi Raikkonen
2004: Jarno Trulli / Jarno Trulli
2003: Ralf Schumacher / Juan Pablo Montoya
2002: Juan Pablo Montoya / David Coulthard
2001: David Coulthard / Michael Schumacher
2000: Michael Schumacher / David Coulthard
1999: Mika Hakkinen / Michael Schumacher
1998: Mika Hakkinen / Mika Hakkinen

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Tendência natural

Rubens Barrichello se tornou no fim de semana o recordista de GPs disputados da Fórmula 1, com 257 corridas, mas deve ter percebido (caso contrário fica sabendo agora) que está muito próximo de perder uma coroa ostentada desde a morte de Ayrton Senna: a de melhor brasileiro em atividade na categoria máxima do automobilismo.

Muito em breve este posto será assumido por Felipe Massa, que na prática já detém tal prestígio por estar numa Ferrari e brigando pelo título. Contudo, ainda perde nos números para o veterano compatriota.

Na lista dos 27 brasileiros que passaram pela F-1, Barrichello é o quarto colocado em quantidade de vitórias, com nove proezas — perde para Ayrton Senna (41), Nelson Piquet (23) e Emerson Fittipaldi (14). Massa vem logo em seguida na tabela, com sete triunfos e totais condições de ampliar o índice nas próximas corridas, algo praticamente impossível para o brazuca da Honda.

Panorama semelhante é visto no comparativo de pole-positions. Rubens largou 13 vezes na posição de honra, contra 11 do “pole man” do momento. Em outros quesitos, como total de pontos e pódios, Barrichello vence Felipe de lavada por uma razão lógica: está em sua 16ª temporada, enquanto o outro disputa a sexta.

A tendência natural de ser superado por Massa, no entanto, jamais deve ser vista como um demérito de Rubens, afinal, trilhou por um caminho muito mais difícil em relação ao conterrâneo. Seja por escolhas erradas, promessas indevidas ou qualquer outra justificativa.

Só que Felipe também não chegou onde está por simples sorte. Teve muita competência para isso. Mais do que Barrichello, já que estamos comparando.

Comparativo dos brazucas:

Rubens Barrichello
GPs disputados: 257 (desde 1993)
Vitórias: 9
Poles: 13
Pódios: 61
Voltas mais rápidas: 15
Pontos: 519
Hat-trick (pole, vitória e melhor volta): 2
Melhor posição no campeonato: 2º (2002 e 2004)

Felipe Massa
GPs disputados: 92 (2002, 2004 e em vigor)
Vitórias: 7
Poles: 11
Pódios: 20
Voltas mais rápidas: 8
Pontos: 229
Hat-trick (pole, vitória e melhor volta): 2
Melhor posição no campeonato: 3º (2006)

domingo, 11 de maio de 2008

Brasil de volta à vice-liderança na Fórmula 1

Com a vitória deste domingo, a sétima da carreira, Felipe Massa assumiu a vice-liderança da temporada 2008, o seu melhor resultado numa tabela de classificação até o momento.

O brasileiro ferrarista está com 28 pontos, o mesmo número de tentos de Lewis Hamilton. Porém, conta com dois êxitos no ano contra apenas um do inglês.

Para o Brasil, trata-se do melhor desempenho de um representante nacional desde 2004, quando Rubens Barrichello conquistou o vice-campeonato, atrás apenas de Michael Schumacher.

Resta agora saber quando o país voltará ao topo de uma tabela, algo que não acontece desde 1993, ano em que Ayrton Senna liderou a pontuação entre os GPs do Brasil e San Marino e posteriormente entre as provas de Mônaco e Canadá.

Mundial de Pilotos:
1) Kimi Raikkonen, 35 pontos
2) Felipe Massa, 28
3) Lewis Hamilton, 28
4) Robert Kubica, 24
5) Nick Heidfeld, 20
6) Heikki Kovalainen, 14
7) Mark Webber, 10
8) Fernando Alonso, 9
9) Jarno Trulli, 9
10) Nico Rosberg, 8
11) Kazuki Nakajima, 5
12) Jenson Button, 3
13) Sébastien Bourdais, 2

Mundial de Construtores:
1) Ferrari, 63 pontos
2) BMW, 44
3) McLaren, 42
4) Williams, 13
5) Red Bull, 10
6) Renault, 9
7) Toyota, 9
8) Honda, 3
9) Toro Rosso, 2

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Parada longa

Um detalhe que passou batido durante o GP da Espanha deste domingo foi a demora do segundo pit-stop de Kimi Raikkonen, muito provavelmente por uma falha no mecanismo inventado pela Ferrari para extinguir o tradicional “pirulito” de orientação aos pilotos.

O tempo gasto pelo finlandês em sua última parada foi de 55s187, 1s599 a mais do que a troca de pneus e reabastecimento de Felipe Massa, que totalizou 53s588 nos boxes.

Vacilo da equipe ou uma tentativa disfarçada de reverter as posições da corrida? Por mais absurdo que possa ser a pergunta, temos de admitir que muita gente no Brasil pensaria assim caso o imprevisto fosse com o carro de número 2.

Certamente, o assunto hoje seria de que Massa é o segundo piloto, Raikkonen o cara protegido e por aí vai...

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Boletim com velinhas

O aniversário de Felipe Massa não poderia passar em branco. Por isso, foi assunto na quarta edição do “Minuto Stop & Go Brasil”. Aumente o volume das caixas de som e curta um breve resumo da carreira do brasileiro, que completou 27 aninhos nesta sexta-feira.